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Operação apreende mais de 420 quilos de drogas e gera prejuízo de R$ 9 milhões às facções criminosas

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Mais de 420 quilos de entorpecentes foram apreendidos nesta quinta-feira (25.9), em Pontes e Lacerda (444 km de Cuiabá) durante uma operação integrada entre o Grupo Especial de Fronteira (Gefron) e Polícia Militar.

A ação do programa Tolerância Zero contra as Facções Criminosas gerou um prejuízo às facções criminosas de quase R$ 9 milhões.

Um homem foi preso em uma residência, onde foram encontrados 356 kg de substância análoga a pasta base de cocaína, 95 kg de cocaína, um veículo Fiat Argo, uma espingarda de calibre 22 e cem munições.

A apreensão ocorreu após o Gefron receber uma denúncia de tráfico no Residencial Vera, então uma operação vinculada a Tolerância Zero foi montada com apoio da Força Tática. Após o monitoramento do bairro, o suspeito foi abordado ao sair da residência com o veículo alvo da ação.

O entorpecente, a arma e as munições apreendidas foram encontrados durante as buscas na residência.

O suspeito foi preso e encaminhado à Delegacia de Polícia de Pontes e Lacerda, juntamente com os materiais apreendidos e ficou à disposição da Justiça.

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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