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Operação conjunta prende três pessoas e apreende 52 kg de cocaína em fundo falso de carretinha

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Uma ação integrada entre a Polícia Militar, a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal prendeu uma mulher de 34 anos e dois homens, de 47 e 48 anos, e apreendeu 52 kg de cocaína, na noite desse domingo (22.01), no município de Canarana. A droga estava no fundo falso de uma carretinha puxada por um Uno dirigido pela suspeita. 

Eles foram presos em flagrante por tráfico de drogas.

Às 19h20, as equipes das polícias que faziam barreiras na MT-020 abordaram dois veículos, sendo o Uno com o reboque e um Prisma com os dois homens.

A mulher disse que o Prisma tinha sido alugado por ela para que trabalhasse como motorista de aplicativo e apresentou um contrato de locação. Já os outros dois suspeitos disseram que não conheciam essa versão e se contradisseram.

Os suspeitos e os veículos foram encaminhados para a sede da Companhia de PM de Canarana. No local, foi realizada uma vistoria minuciosa nos carros e identificado que o reboque do Uno estava com um fundo falso.

Os policiais retiraram o fundo falso e encontraram 49 tabletes de cloridrato de cocaína, totalizando os 52 kg de drogas. Ao serem perguntados, os suspeitos afirmaram que sabiam do transporte do entorpecente e que o Prisma seguia junto para fazer a escolta.

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Os três suspeitos receberam voz de prisão e foram encaminhados para a delegacia junto com o material aprendido. 

Fonte: GOV MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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