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Operação integrada na PCE apreende 43 celulares, 50 porções de drogas e mais de 70 chips

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A quarta edição da operação integrada Raio Limpo, deflagrada nesta segunda-feira (11.11) pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), resultou na apreensão de materiais eletrônicos e entorpecentes na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá. Nesta força-tarefa, as buscas se concentraram no raio 3.

Foram apreendidos 43 aparelhos celulares, 77 chips, 50 porções de drogas, além de uma balança de precisão, um modem e um cartão de memória.

Os celulares apreendidos serão encaminhados para a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). O conteúdo será analisado pela Polícia Civil para investigar, por exemplo, a entrada dos aparelhos na unidade e a possível ligação de reeducandos com crimes externos, entre outros casos.

A força-tarefa, coordenada pela Secretaria Adjunta de Administração Penitenciária, conta com 100 servidores das Polícias Penal, Civil e Militar, Politec e Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), além do apoio da Adjunta de Integração Operacional.

Em função da intervenção, os atendimentos de público externo da unidade estão suspensos na data de hoje.

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Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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