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Operação Lei Seca em dois pontos de Cuiabá prende 15 motoristas alcoolizados

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Quinze motoristas foram presos por embriaguez ao volante durante a Operação Lei Seca, que ocorreu simultaneamente em duas avenidas de Cuiabá, na madrugada deste sábado (24.02). A fiscalização é coordenada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), por meio do Gabinete de Gestão Integrada (GGI-MT).

Na ação realizada na avenida Archimedes Pereira Lima, no bairro Jardim Itália, sete motoristas foram presos alcoolizados e um por dirigir sem permissão. Também foram confeccionados 33 autos de infração de trânsito e realizados 60 testes de alcoolemia. Dos 56 veículos fiscalizados, 24 foram autuados e 25 removidos.

Na mesma avenida, mas na região do bairro Santa Cruz, foram oito prisões por embriaguez ao volante. Neste ponto, 46 multas foram aplicadas e 106 pessoas passaram pelo teste do bafômetro. Os agentes checaram 105 veículos, autuaram 35 e removeram 35 também.

A ação contou com as equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Polícia Rodoviária Federal e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).

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Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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