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Operação Lei Seca fiscaliza 280 motocicletas e remove 61 veículos em Cuiabá

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A 78ª edição da Operação Lei Seca, realizada nesta quarta-feira (22.10), fiscalizou 280 motocicletas, durante ação na Avenida Professora Edna Affi, no bairro Tijucal, em Cuiabá.

Durante a ação, que fiscalizou motocicletas, os agentes realizaram 280 testes de alcoolemia, sendo que três pessoas se recusaram a passar pelo exame.

Ao todo, foram expedidos 89 Autos de Infração de Trânsito (AIT). Destes, 23 por falta de habilitação e 37 por transitar com veículos sem registro ou não licenciado.

Das 280 motocicletas fiscalizadas, 68 foram autuadas e 61 removidas por apresentarem irregularidades citadas acima.

Nesta edição não houve prisões por embriaguez, nem mesmo autuação por condução de veículo sob efeito de álcool.

A Operação Lei Seca é uma ação coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI), vinculado à Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), com apoio do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Delegacia de Trânsito, Departamento de Trânsito, Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana de Cuiabá, Sistema Socioeducativo, Policial Penal, Corpo de Bombeiros e Politec.

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Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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