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Operação Lei Seca prende sete motoristas por embriaguez e um por adulteração de veículo em Cuiabá

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A 7ª edição da Operação Lei Seca, realizada na noite de quinta-feira (23.1), na Avenida Miguel Sutil, no bairro Jardim Cuiabá, na Capital, terminou com a prisão de oito condutores.

Dos presos, sete foram presos por embriaguez. Testes de etilometro detectaram ingestão de álcool acima de 0,34 mg/L. Três deles também não possuíam Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O oitavo preso foi por adulteração de veículo automotor.

De acordo com o relatório da operação, a ação teve início às 23h45, fiscalizou 187 veículos e realizou 190 testes de alcoolemia. Ao todo, 48 veículos foram autuados. Dos veículos removidos em razão de irregularidades, 37 eram carros e quatro motocicletas.

Também foram confeccionados 64 autos de infração de trânsito, sendo nove motivados por consumo de bebida alcóolica, cinco por recusa do teste de alcoolemia, 25 por conduzir veículos sem registro ou não licenciado, 12 por não possuir CNH e 13 diversas infrações.

A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), sob a coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (GGI). Nesta edição, foram empregadas equipes do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), a Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, o Departamento Estadual de Trânsito (Detran), a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), o Corpo de Bombeiros de Mato Grosso (CBM-MT), a Polícia Penal e o Sistema Socioeducativo.

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*Com supervisão de Alecy Alves

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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