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Operações Lei Seca resultam na prisão de 19 condutores por embriaguez em Cuiabá e mais duas cidades do interior

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Três edições da Operação Lei Seca realizadas neste fim de semana, em Cuiabá e em duas cidades do interior, resultaram na prisão de 19 motoristas por embriaguez ao volante, além de uma por direção perigosa. As ações ocorreram em Cuiabá, Cáceres e Sorriso.

Segundo relatório do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), 264 veículos foram abordados e 377 testes de alcoolemia realizados.

Em Cuiabá, a operação ocorreu na madrugada de sábado (14.3), na Avenida das Torres, no bairro Recanto dos Pássaros, nos dois sentidos da pista. Cinco prisões foram efetuadas nesta ação, sendo quatro por embriaguez ao volante e uma por direção perigosa.

O relatório dessa operação aponta que 148 veículos foram abordados, 152 condutores submetidos ao teste de alcoolemia e 93 multas aplicadas. A operação chegou ao final com 47 veículos removidos, sendo 38 carros e 9 motocicletas.

Em Cáceres, a operação aconteceu na Rua dos Colhereiros, bairro Vila Mariana, área central da cidade. Teve início às 22h da sexta-feira e prosseguiu até a madrugada de sábado (14.3), resultando em cinco prisões por embriaguez, na aplicação de 40 autos de infração e na remoção de 19 veículos, sendo 12 carros e 7 motocicletas. Nessa ação, 126 veículos foram fiscalizados e 135 testes de alcoolemia realizados.

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Já em Sorriso, na noite de sexta-feira (13), na Avenida Perimetral Sudeste, sete condutores acabaram presos por associarem o consumo de álcool à direção veicular. As abordagens da Lei Seca somaram 90 fiscalizações veiculares e 90 testes de alcoolemia, além da aplicação de 54 multas e de 27 remoções, sendo 18 de carros e 9 de motocicletas.

Operação Lei Seca

Nos casos de prisões por embriaguez, além da autuação criminal com exigência do pagamento de fiança para responder pelo crime em liberdade, a multa inicial é de R$ 2,9 mil, podendo chegar a R$ 5,8 mil em caso de reincidência, com suspensão da CNH, entre outras implicações legais.

Em Cuiabá e Várzea Grande, a Operação Lei Seca é uma ação coordenada pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI) e acontece com apoio do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), Delegacia Especializada em Delitos de Trânsito (Deletran), Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Sistema Socioeducativo, Polícia Penal, Corpo de Bombeiros Militar (CBM), Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) e Secretaria de Mobilidade Urbana de Cuiabá.

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No interior, as operações estão sob a gestão das Prefeituras, com base em parceria formalizada com a Sesp e também ocorrem com apoio das forças policiais e outros órgãos.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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