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Operações realizadas em duas avenidas de Cuiabá resultam na prisão de 15 motoristas por embriaguez

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Duas operações Lei Seca realizadas em Cuiabá, na madrugada deste domingo (17.03), resultaram na prisão de 15 motoristas por embriaguez. Contra um deles ainda havia um mandado de prisão civil em aberto pelo não pagamento de pensão alimentícia (lei 5.478/1968).

As ações ocorreram simultaneamente nas Avenidas Beira Rio, no bairro Grande Terceira,  e na Tenente-coronel Duarte (Prainha), próximo ao Colégio Salesiano São Gonçalo. Nos dois pontos, a fiscalização dos veículos teve início às 23h45 deste sábado (16) e se estendeu até a madrugada deste domingo (17).

No total, 151 veículos foram fiscalizados e 152 condutores fizeram o teste de alcoolemia.  O mandado por pensão alimentícia foi apontado em pesquisa feita pelos policiais no Banco Nacional de Mandados de Prisão(BNMP), do Conselha Nacional de Justiça. Essa prisão foi feita no ponto de fiscalização montado na Avenida Beira-Rio.

As duas operações foram encerradas com 41 veículos removidos, sendo 33 carros e oito motocicletas, além da aplicação de 54 multas.

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A operação Lei Seca é coordenada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), por meio do Gabinete de Gestão Integrada (GGI-MT).

A ação contou com as equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Polícia Rodoviária Federal e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).
 

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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