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PJe de 1º grau da Justiça Eleitoral estará indisponível a partir de 26 de dezembro

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A partir da 0h do dia 26 de dezembro de 2023, o Processo Judicial Eletrônico (PJe) de 1º Grau da Justiça Eleitoral ficará indisponível. A indisponibilidade tem previsão de duração máxima de até 12 dias, devendo terminar às 23h59 do dia 6 de janeiro de 2024, podendo ainda se encerrar antes, caso a Secretaria de Tecnologia da Informação do Tribunal Superior Eleitoral restabeleça o funcionamento do sistema em tempo menor.

A medida atingirá o acesso ao sistema, a tramitação de processos eletrônicos no âmbito da 1ª instância, o ajuizamento de novas ações no 1º grau, a remessa da 1ª para a 2ª instância e o recebimento na 1ª instância de processos oriundos das instâncias superiores.

Durante o período de indisponibilidade, a apresentação de petições e ações no 1º grau de jurisdição seguirá o previsto no parágrafo 2º do artigo 13 da Resolução TSE nº 23.417/2014.

Fonte: TSE

#DescriçãodaImagem: Imagem contendo um computador no qual está escrito em sua tela  PJE – Processo Judicial Eletrônico. Ao lado os teclados e é possível ver os dedos digitando. 

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Fonte: TRE – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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