MATO GROSSO

PM prende faccionada por tráfico de drogas e apreende porções de entorpecentes e dinheiro

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Policiais militares do 28º Batalhão prenderam uma mulher, de 26 anos, por tráfico ilícito de drogas, na noite deste domingo (28.12), em Jaciara. Com a suspeita, foram apreendidas 15 porções de cocaína e uma quantia de R$ 200,00 em dinheiro.

Durante patrulhamento, a equipe do Grupo de Apoio (GAP) flagrou uma mulher em um posto de combustível em atitude suspeita, que tentou fugir e alertar comparsas sobre a presença policial. Os militares se deslocaram até o fundo do posto, onde localizaram um veículo Ford Fusion com dois homens.

Em seguida, os suspeitos fugiram, e um deles sacou uma arma e efetuou disparos contra a equipe, que revidou à injusta agressão e iniciou perseguição. Em determinado momento, os suspeitos abandonaram o veículo e fugiram a pé para o interior de uma região de mata, não sendo localizados.

Nas buscas no veículo, foram encontradas 15 porções de cocaína e uma quantia em dinheiro. Uma tornozeleira eletrônica rompida também foi achada no local.

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Ao retornar ao posto de combustível, a equipe realizou a detenção da suspeita. Ela afirmou que o condutor do veículo é seu esposo e que ele possui diversas passagens criminais por roubo, tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo, além de ter rompido a tornozeleira eletrônica.

A suspeita não soube informar sobre o segundo suspeito, porém os policiais identificaram que todos os envolvidos fazem parte de uma facção criminosa.

Diante dos fatos, a suspeita foi encaminhada à delegacia, juntamente com o material apreendido, para as providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do telefone 190 ou do número 0800 065 3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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