MATO GROSSO

PM prende quadrilha e apreende 308 porções de drogas, armas e munições

Publicado em

Policiais militares do 8º Batalhão prenderam, na noite desta quinta-feira (28.11), dois homens e duas mulheres por associação criminosa, tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo, no bairro Bom Jesus, em município de Alta Floresta.

Na ação, foram recolhidas 308 porções de drogas entre cocaína, maconha, pasta base e ecstasy, 16 tabletes de maconha, três armas de fogo, um simulacro, 17 cartuchos, uma motocicleta e munições.

Conforme o boletim de ocorrências, as equipes, durante patrulhamento tático em razão da Operação Tolerância Zero ao Crime Organizado, flagraram um homem saindo de uma residência, localizada na Rua 12 de Outubro, em atitude suspeita. O imóvel é conhecido como ponto de compra e venda de entorpecentes na região.

Após abordagem, os militares encontraram com o suspeito duas porções de substância análoga à cocaína. Diante do flagrante, os policiais identificaram, ainda, uma movimentação intensa dentro da casa e acionaram a Força Tática, que realizou um cerco à casa, como apoio à ação.

Leia Também:  Polícia Civil prende empresário acusado de agredir, ameaçar e intimidar ex-esposa

Durante buscas no local, as equipes abordaram outros três suspeitos e encontraram grande quantidade de entorpecentes, duas espingardas, um revólver e um simulacro de arma de fogo, além de carregadores, munições e diversos materiais para embalagem e comercialização das drogas.

Ainda no local, os militares encontraram uma placa de um automóvel e uma motocicleta com sinais de adulteração. A quadrilha e todo material apreendido foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  Programa da Sema será destaque em evento da Agência Nacional de Água e Saneamento Básico como prática exitosa

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  Mato Grosso mostra ações que promovem a conservação e biodiversidade na COP 15

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA