MATO GROSSO

Polícia Civil cumpre 25 mandados contra investigados por venda de consórcios falsos

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou na tarde desta quinta-feira (26.01), em Cuiabá, a Operação Fake Promises para cumprir 25 mandados judiciais contra membros de um grupo envolvido em venda de consórcios falsos de imóveis e veículos. O caso é investigado pela Delegacia Especializada em Estelionatos e Outras Fraudes da Capital. 

São 13 mandados de prisão preventiva e 12 de buscas e apreensão, em sete endereços dos investigados, em Cuiabá. Também é feita busca e apreensão em salas comerciais nos edifícios Palácio do Comércio, Maruanã e Top Tower, também na Capital. 

As ordens judiciais incluem ainda sequestro de valores em contas dos investigados.

De acordo com a delegada Judá Maali Marcondes, que coordena a investigação, os golpistas atraíam as vítimas por meio de redes sociais anunciando créditos contemplados. Contudo, depois que as vítimas assinavam os contratos descobriam que se tratavam de consórcios de imóveis, veículos, terrenos, entre outros.

A investigação apurou ainda que os golpistas afirmavam que os consórcios seriam de empresas dos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, porém, a Delegacia de Estelionatos fez contato com as Polícias Civis dos estados e descobriu que não havia nenhuma empresa registrada.

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Participam da Operação Fake Promises 64 policiais da Diretoria Metropolitana (delegacias de Estelionato, de Homicídios, de Roubos e Furtos de Cuiabá, de Roubos e Furtos de Veículos) e da Diretoria de Atividades Especiais (Gerência de Operações Especiais e Delegacia de Repressão a Entorpecentes).

Fonte: GOV MT

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MATO GROSSO

Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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