MATO GROSSO

Polícia Civil deflagra operação contra facção criminosa em Campo Novo do Parecis

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou nesta quinta-feira (11.12), no município de Campo Novo do Parecis, a Operação Asfixia, para cumprimento de 18 mandados judiciais visando o combate ao tráfico de drogas.

Ao todo estão sendo cumpridos 9 mandados de prisão preventiva e 9 mandados de busca e apreensão itinerantes, contra integrantes de uma facção criminosa atuante na região.


As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça da Comarca local, embasadas nas investigações da Delegacia de Campo Novo do Parecis para apurar os crimes de tráfico de drogas, associação criminosa e organização criminosa.

Conforme o delegado de Campo Novo do Parecis, Guilherme Kaiper Cruz de Faria, a operação policial tem como principal objetivo desarticular a estrutura do grupo criminoso mediante a prisão dos seus integrantes.

“Além de apreender novos elementos de informação que evidenciem a prática de crimes graves, notadamente, tráfico de drogas, associação para o tráfico e demais delitos conexos”, destacou o delegado.

Trabalho Operacional

Com apoio da Delegacia Regional de Tangará da Serra, ao todo 36 policiais civis, entre delegados, investigadores e escrivães, participam da ação para o cumprimento coordenado e simultâneo dos mandados judiciais.

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Tolerância Zero

A Operação Asfixia faz parte do planejamento estratégico da Polícia Civil, inserido no programa Tolerância Zero, do Governo de Mato Grosso, que tem intensificado o combate às facções criminosas em todo o Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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