A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta sexta-feira (5.12), mais uma operação contra o tráfico de drogas em Cáceres, que culminou na entrada tática em uma residência apontada como “boca de fumo” e usada para distribuir entorpecentes.
Durante a ação, coordenada pelo Núcleo de Repressão a Entorpecentes (NRE) da Delegacia de Cáceres, os policiais apreenderam um montante em dinheiro, pequenas porções de drogas já fracionadas para a venda e anotações relacionadas ao tráfico.
No total, seis pessoas foram conduzidas, sendo três adultos presos em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas, associação criminosa, furto de energia elétrica e obstrução de investigação e favorecimento pessoal. Um dos presos é suspeito de participar de crime de homicídio qualificado ocorrido nessa quinta-feira (4).
Um dos presos ainda possuía mandado de prisão em aberto, com condenação superior a oito anos em regime fechado. Além disso, um usuário foi flagrado no local no momento em que havia acabado de adquirir entorpecentes.
O delegado Mauro Apoitia, responsável pela investigação, destacou que o tráfico de drogas é uma das principais raízes da violência urbana, alimentando delitos diversos e causando danos profundos às famílias e à juventude.
“O tráfico é um agente corrosivo que destrói vidas, fomenta facções criminosas e compromete a segurança de toda a comunidade. Cada ponto de venda fechado representa uma vitória para a sociedade. É fundamental reforçar que as denúncias são decisivas para o avanço das investigações”, afirmou Apoitia.
O delegado reforçou, ainda, a importância das denúncias, que são sigilosas e podem ser feitas pelo Disque 197 ou pelo plantão da Delegacia de Cáceres.
“Cada informação recebida contribui diretamente para a identificação de novos pontos de venda, prisão de traficantes e desarticulação de organizações criminosas. Denuncie! Sua participação salva vidas e fortalece a segurança da cidade”, frisou o delegado.
Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.
Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.
De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.
Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.
Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.
A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.
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