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Polícia Civil identifica adolescentes como autores de vandalismo em câmeras de segurança em Arenápolis

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O inquérito policial instaurado na Delegacia de Arenápolis para apurar o caso de furto e vandalismo que resultou na destruição de três câmeras do sistema de videomonitoramento Vigia Mais MT foi concluído pela Polícia Civil, na quarta-feira (26.2), com a identificação de dois adolescentes como autores do ato de vandalismo.

Os menores, de 15 e 16 anos, confessaram a autoria e responderão pelos atos infracionais análogos aos crimes de furto qualificado e dano qualificado ao patrimônio público.

A identificação dos autores foi possível após investigação conduzida pela Polícia Civil, que empregou técnicas de inteligência para elucidar o caso. Com base nas evidências levantadas, os investigadores confrontaram os adolescentes, que admitiram a autoria do ato de vandalismo.

Segundo o delegado responsável pelas investigações, Hugo Abdon, dos três dispositivos vandalizados, um foi recuperado pela Polícia Civil, mas encontra-se danificado. A remoção e destruição das câmeras prejudicaram temporariamente o monitoramento em pontos estratégicos da cidade.

“A Polícia Civil apura os indícios de que os ataques possam ter sido ordenados por membros de facção criminosa, uma vez que o grupo teria orientado os adolescentes a destruir os equipamentos para comprometer o funcionamento do sistema de segurança pública na região, dificultando a atuação das forças de segurança”, explicou o delegado.

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A Polícia Civil segue investigando o envolvimento da facção criminosa e adotando medidas para reforçar a segurança do sistema de videomonitoramento. As providências legais cabíveis serão tomadas em relação aos adolescentes envolvidos, conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

STF homologa Plano Estadual de Regularização Ambiental de MT e destaca evolução do planejamento

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O Supremo Tribunal Federal (STF) homologou, nesta sexta-feira (26.6), o Plano Estadual de Regularização Ambiental apresentado pelo Governo de Mato Grosso, reconhecendo a evolução do planejamento e a transição de um modelo artesanal para um sistema de gestão territorial mais automatizado.

A decisão foi proferida pelo ministro Flávio Dino, na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 743, que acompanha medidas estruturais voltadas à prevenção e ao combate de incêndios na Amazônia e no Pantanal.

“Merece registro positivo a estratégia adotada pelo Estado para o redesenho da lógica de funcionamento do Cadastro Ambiental Rural, com sua transformação em um instrumento ativo de governança ambiental e territorial”, afirmou o ministro, em um trecho da decisão.

O magistrado ressaltou, ainda, que Mato Grosso teve o maior ganho de escala entre todos os estados com a implantação do CAR Digital 2.0. O sistema possibilita a análise automatizada dos cadastros ambientais rurais com o cruzamento das informações declaradas pelos proprietários com as bases de referências homologadas pelo próprio Estado quanto à hidrografia, vegetação e área de preservação permanente.

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Também foram destacados a transversalidade da política pública ambiental adotada em Mato Grosso com a integração entre o Plano de Combate ao Desmatamento e Incêndios (Cedif) e o Cadastro Ambiental Rural, e o desenvolvimento de módulos específicos para regularização ambiental dos assentamentos e de compensação ambiental.

Para a secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti, a homologação do Plano Estadual de Regularização Ambiental pelo STF demonstra que Mato Grosso não apenas cumpre as determinações judiciais, mas se posiciona como referência nacional na implementação do Código Florestal.

“O Plano reafirma o compromisso do Estado com uma agenda ambiental moderna, baseada em dados, tecnologia e governança, na qual produção e conservação não são objetivos antagônicos, mas dimensões complementares de um mesmo projeto de desenvolvimento”, afirmou a secretária.

Plano Estadual

Até 2028, o Governo de Mato Grosso pretende concluir oito ações estruturantes, que incluem o processamento de 100% dos cadastros via automação por meio do Sistema CAR Digital 2.0, a conclusão das bases cartográficas e o tratamento manual de casos complexos.

O plano estabelece cronogramas de execução para todos os eixos, com definição de prioridades, metas trimestrais e mecanismos para avaliação contínua dos resultados alcançados, revisão periódica das estratégias adotadas e a correção de eventuais desvios de execução.

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Fonte: Governo MT – MT

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