MATO GROSSO

Polícia Civil prende investigado por movimentar milhões com venda ilegal de combustível

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A Polícia Civil de Mato Grosso, em ação conjunta com a Polícia Civil do Pará, prendeu, na segunda-feira (15.12), um homem, de 33 anos, apontado como o líder de um grupo criminoso envolvido no furto e comércio clandestino de combustíveis.

A prisão ocorreu no distrito de Moraes de Almeida, em Itaituba (PA), após informações fornecidas pela Delegacia de Guarantã do Norte, que há meses investigava o grupo. O mandado de prisão preventiva foi expedido pela Vara Única de Guarantã do Norte, evidenciando a gravidade e a complexidade do esquema criminoso.

As investigações revelaram que a rede era dedicada ao furto, distribuição e revenda ilegal de combustíveis, com ramificações que movimentavam milhões de reais e afetavam a ordem econômica.

O modo de operação envolvia o desvio de combustíveis por caminhoneiros, que eram armazenados em grandes reservatórios para posterior comercialização, principalmente para garimpos ilegais.

O suspeito preso nessa segunda-feira é apontado como o principal articulador e financiador dessa estrutura criminosa, sendo responsável por coordenar as ações e a ocultação de valores ilícitos.

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Além de sua prisão, a justiça também autorizou outras medidas, como buscas e apreensões em endereços relacionados aos investigados, quebra de sigilo de dados telefônicos, bloqueio de valores em contas bancárias e sequestro de veículos utilizados nas atividades ilícitas. Essas ações visam desmantelar completamente a organização e garantir a aplicação da lei penal.

“A captura do líder da organização criminosa representa um avanço significativo no combate a essa modalidade de crime, que gera prejuízos substanciais às empresas vítimas e à sociedade. A operação reforça a importância da cooperação entre as forças policiais para desarticular organizações criminosas”, afirmou o delegado Waner dos Santos Neves.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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