MATO GROSSO

Polícia Civil prende suspeito com arma possivelmente usada em execução de comerciante

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Policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Nova Mutum prenderam em flagrante, nesta terça-feira (10.12), um suspeito de tráfico de entorpecentes. Com ele, os investigadores apreenderam ainda uma arma de fogo, possivelmente usada em um homicídio na cidade.

O delegado Guilherme Pompeo explica que não há indícios de que o suspeito preso nesta terça-feira esteja ligado diretamente ao homicídio, contudo, a arma apreendida tem as mesmas características da pistola usada no crime ocorrido no mês de outubro.

Os policiais averiguaram uma denúncia, onde o suspeito aparecia exibindo uma arma de fogo. Durante diligências, a equipe o flagrou portando a arma, no corredor da residência, quando foi dada voz de prisão.

No interior da casa, os investigadores realizaram buscas e localizaram um carregador de pistola calibre 380 dentro de um tênis, e em um armário estavam porções de maconha e material utilizado no preparo e embalagem de entorpecentes.

O rapaz de 23 anos foi conduzido à Derf de Nova Mutum e autuado em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e posse irregular de arma de fogo.

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A arma apreendida será encaminhada à perícia técnica para realização do exame de confronto balístico a fim de apurar se foi a mesma arma usada no homicídio.

O homicídio

Na noite de 15 de outubro deste ano, Adolfo de Oliveira, de 37 anos, foi executado dentro de um mercado de sua propriedade, no bairro Arara Azul. Câmeras do estabelecimento registraram o momento em que uma motocicleta chegou ao local, com dois ocupantes, que desembarcaram no local. Um deles se aproximou e disparou contra a vítima, que chegou a ser socorrida ao hospital municipal.

A equipe da Derf de Nova Mutum segue com as diligências para identificação dos envolvidos no homicídio.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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