Mais de 23 quilos de entorpecentes, uma arma de fogo e outros materiais de origem ilícita foram apreendidos pela Polícia Civil, na tarde de quinta-feira (17.10), em uma ação conjunta do Núcleo de Inteligência da Delegacia de Tangará da Serra e Delegacia de Barra do Bugres.
Uma mulher de 20 anos e um homem, de 19 anos, foram autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, posse ilegal de arma de fogo e corrupção de menores. Um adolescente, de 16 anos, foi apreendido por tráfico de drogas e associação para o tráfico.
Com base em relatórios de investigações do Núcleo de inteligência da Delegacia de Tangará da Serra, os policiais passaram a monitorar uma residência em Barra do Bugres com movimentação de possíveis suspeitos de envolvimento com o tráfico de drogas na região.
Durante os trabalhos, os policiais conseguiram visualizar o momento em que uma traficante realizou uma possível entrega de entorpecentes para uma usuária. Diante da confirmação das suspeitas, os policiais abordaram a usuária, confirmando que o material recebido se tratava de porções de maconha.
Com a evidência, a equipe de investigadores saiu em buscas da suspeita com a finalidade de apreender mais drogas e confirmar a atuação com a atividade ilícita. Logo em seguida, os policiais localizaram a investigada na residência de uma amiga.
Questionada, ela confessou que possuía mais entorpecentes em sua residência, sendo apreendidos no local 22 tabletes de maconha, um tablete de pasta base, além de diversas porções menores das substâncias ilícitas.
Em continuidade às diligências, os policiais foram para primeira residência alvo do monitoramento, onde encontraram os outros dois suspeitos (entre eles, o menor de idade) embalando drogas na área externa.
Além das diversas porções de entorpecentes, foi encontrado enterrado no local, um revólver calibre 38 com cinco munições, rádios comunicadores e tinta spray para pichação.
Diante dos fatos, os três suspeitos foram conduzidos à Delegacia de Barra do Bugres, onde o flagrante foi lavrado. A usuária flagrada com porções de maconha também foi conduzida e responderá a Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) por uso de drogas.
Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.
Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.
De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.
Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.
Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.
A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.
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