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Polícia Civil recupera carga de pneus e prende duas pessoas por furto qualificado em Cuiabá

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Policiais da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) recuperou, nesta terça-feira (15.10), em Cuiabá, parte de uma carga de 45 pneus furtada de uma empresa recapadora e prendeu duas pessoas pelo crime. As diligências contaram com apoio do 24º Batalhão da PM do Pedra 90.

Em uma casa no bairro Nova Esperança 3, os policiais observaram marcas no chão de veículo pesado e de borracha preta em uma parede, como as de pneus. Uma mulher que estava na casa respondeu que os pneus estavam na cozinha do imóvel. O marido dela, ao perceber a presença da equipe da GCCO, tentou fugir pelo fundos, mas foi detido depois de subir no telhado.

O suspeito, G.E.S,, de 24 anos, revelou que no dia anterior dois comparsas descarregaram uma camionete com 17 pneus, uma televisão e um monitor de computador.

Os policiais foram aos endereços de outros dois suspeitos, mas um deles não foi encontrado. O outro, A.S.S., de 24 anos, tentou fugir pelos fundos da casa, mas foi contido. Ele confessou que a carga de pneus foi descarregada em dois locais diferentes, na casa do primeiro suspeito detido e próximo a outro imóvel no bairro São Sebastião, onde foram localizados mais 28 pneus.

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Os dois suspeitos foram encaminhados à sede da GCCO, autuados e presos em flagrante por furto qualificado cometido em repouso noturno.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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