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Polícia Militar capacita militares do Proerd em curso de combate a violências em ambientes escolares

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A Polícia Militar de Mato Grosso deu início, nesta quarta-feira (15.1), ao 1º Encontro Pedagógico do Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd) e ao Curso de Prevenção e Enfrentamento ao Agressor Ativo (CPEAA), em parceria com a 20ª Companhia Independente de Força Tática, em Cuiabá. As ações têm como finalidade capacitar instrutores do Proerd com as técnicas adequadas ao enfrentamento de agressões ativas, além de proporcionar atualização pedagógica, essencial no contexto de segurança pública.

O treinamento ocorre na modalidade de simulação policial, com cenários que replicam situações de risco em escolas, a fim de proporcionar aos policiais uma experiência direta no gerenciamento de crises e na tomada de decisões rápidas. Durante o exercício, os participantes vivenciam cenários dinâmicos e complexos, que exigem habilidades de comunicação, coordenação e uso de táticas específicas de enfrentamento.

O coordenador do Proerd em Mato Grosso, tenente-coronel PM Darwin Salgado Germano, ressaltou que a simulação é parte essencial do curso, que visa aprimorar as respostas da polícia em eventos que envolvem agressões dentro de unidades escolares, garantindo a segurança de alunos e educadores.

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“A fase prática do curso é fundamental para que nossos policiais estejam preparados para agir de maneira eficiente em situações extremas, como as que ocorrem em ambientes escolares. A parceria com as Secretarias de Educação reforça nosso compromisso com a segurança dentro das escolas, criando um ambiente mais seguro para a educação no Estado”, afirmou.

O curso também integra a atuação dos policiais do Proerd, que, além de atuar diretamente na prevenção de violência nas escolas, também treinam outros policiais para a abordagem de situações de risco. “Essa formação busca a construção de um modelo de segurança pública colaborativa e eficiente, com ênfase no desenvolvimento de estratégias preventivas e de enfrentamento a crises”, completou.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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