MATO GROSSO

Polícia Militar conduz quatro suspeitos e resgata três homens vítimas de sequestro e tortura

Publicado em

Policiais militares do 19º Batalhão resgataram três homens vítimas de sequestro, cárcere privado e tortura, na noite deste sábado (9.5), em Tangará da Serra. Na ação, dois homens foram presos e dois adolescentes apreendidos pela PM. Uma arma de fogo e outros objetos utilizados na tentativa do crime também foram apreendidas.

A equipe do 19º BPM recebeu denúncias, via 190, sobre um grupo de pessoas, distribuídos em um Fiat Uno preto e em uma motocicleta Honda Fan 160, que estavam sob posse de arma de fogo e coagindo duas vítimas a entrarem dentro de uma casa, no bairro Jardim Atlântida.

Diante da informação recebida, os policiais iniciaram diligências até o endereço do imóvel denunciado. No local, foi possível ouvir do lado de fora muitas vozes de suspeitos fazendo ameaças de morte contra as vítimas.

Os militares se aproximaram para abordagem, momento em que um dos criminosos notou a presença da PM e alertou os demais suspeitos. Imediatamente, os policiais entraram na casa e conseguiram deter dois homens e dois adolescentes. Ainda dentro da casa, três homens foram encontrados amarrados, sendo um deles o morador da casa.

Leia Também:  PM apreende quatro tabletes de cocaína, arma e prende casal por tráfico de drogas

A PM realizou buscas pela residência e localizou um revólver de calibre 32 carregado com quatro munições, uma faca e um canivete. Além disso, celulares e outros objetos utilizados pelos criminosos também foram apreendidos.

As vítimas foram libertadas pelos policiais e os suspeitos conduzidos para a delegacia da cidade para registro da ocorrência e todas as demais providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  Seduc abre inscrições para a VI Mostra Científica STEAM 2025 com foco em inovação e sustentabilidade

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  Polícia Militar resgata duas mulheres perdidas em região de mata em General Carneiro

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA