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Polícia Militar desarticula quadrilha e recupera caminhonete roubada em Várzea Grande

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Policiais militares do 4º Batalhão prenderam seis homens, com idades entre 19 e 49 anos, pelos crimes de formação de quadrilha e roubo, na madrugada deste domingo (23.04), em Várzea Grande. Com os suspeitos, a PM recuperou uma caminhonete e ferramentas roubadas.

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe do 4º BPM recebeu informações sobre um veículo que teria sofrido um acidente, na região do Capão do Pequi. Segundo a denúncia, os suspeitos que ocupavam o automóvel teriam realizado um roubo a uma empresa, no bairro Cristo Rei, horas antes.

Os policiais militares se deslocaram ao local do acidente e não encontraram ninguém. Ao retornarem ao Batalhão, encontraram o proprietário do veículo, afirmando que teria emprestado seu carro para algumas pessoas. Ao ser questionado sobre o roubo, disse não possuir envolvimento e apresentou dados dos suspeitos que teriam locado o carro.

Ao entrar em contato com os suspeitos, foi identificado que eles estariam na Central de Flagrantes de Várzea Grande, realizando registro do acidente. As equipes policiais foram até o local e deram voz de prisão à dupla. Em seguida, os suspeitos indicaram a localização do restante dos integrantes da quadrilha.

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Em continuidade as diligências, os policiais do 4º BPM foram até uma residência no bairro Capão do Pequi, onde dois suspeitos foram localizados, sendo um deles detido após tentativa de fuga. Perguntados sobre o roubo à empresa, confirmaram participação, porém disseram que a caminhonete e demais objetos roubados estavam sob posse de um outro criminoso, indicando a localização dele.

Na sequência, os militares se deslocaram até o bairro Bonsucesso e encontraram os demais suspeitos, que não resistiram à abordagem. Com um deles, a PM encontrou a chave da caminhonete. Ao serem questionados sobre a localização do veículo, disseram que o carro estava no cemitério da Praia Grande, para onde os policiais foram e encontraram o automóvel, bem como uma caixa contendo ferramentas levadas no roubo.

Diante da situação, todos os seis suspeitos foram conduzidos para a Central de Flagrantes de Várzea Grande para registro da ocorrência e demais providências. Os proprietários da empresa roubada também se deslocaram e realizaram a recuperação do automóvel e dos objetos.

Disque-denúncia

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A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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