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Polícia Militar detém suspeito por porte ilegal de armas e 462 munições

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Policiais militares do 28º Batalhão de Jaciara apreenderam, neste sábado (23.11), quatro armas de fogo, 462 munições e dez carregadores. Um homem, de 32 anos, foi detido em flagrante.

As equipes receberam denúncia de que o condutor de um ônibus, modelo Ducato, estaria transportando grande quantidade de armas de fogo e munições, que saiu de Cuiabá com destino ao município de Miracatu, em São Paulo.

Após a denúncia, os policiais militares intensificaram o policiamento na região e localizaram o veículo na Avenida Pajé, bairro Planalto, em Jaciara.

Ao ser abordado e questionado, o suspeito se identificou à Polícia Militar como Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC), mas não apresentou a guia de transporte.

Os militares identificaram que ele era monitorado por meio de tornozeleira eletrônica e estava acompanhado de uma mulher, de 23 anos.

Durante busca veicular, os militares encontraram diversas armas de fogo, sendo uma carabina, um rifle e duas pistolas, além de diversas munições de calibres variados, carregadores e três aparelhos celulares, entre o banco traseiro do carro e o bagageiro.

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O suspeito e todo armamento detido foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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