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Polícia Militar e PRF prendem homem com 43 quilos de cocaína em General Carneiro

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Equipes da Polícia Militar e Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreenderam 43 quilos de substância análoga a cloridrato de cocaína no final da manhã desta terça-feira (28.03), em General Carneiro. Na ação integrada, um homem de 33 anos foi preso em flagrante por tráfico ilícito de drogas.

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe da PM foi acionada para verificar um veículo Renault Duster que estava estacionado em um posto de combustível. No local, os policiais militares viram o momento em que o suspeito tentou fugir da abordagem entrando em um estabelecimento e dispensando a chave do carro.

Na sequência, a equipe abordou o homem e recuperou a chave. Em verificação aos documentos pessoais do suspeito, foi identificado que o condutor não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Na continuidade do trabalho de checagem, foi solicitado apoio da PRF para a vistoria veicular. Os policiais identificaram um compartimento oculto no porta-malas do carro e, durante a retirada do fundo falso, encontraram 40 tabletes de cocaína, que totalizaram 43 quilos de drogas apreendidas.

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Diante dos fatos, o suspeito recebeu voz de prisão e foi encaminhado, junto com todo o material apreendido, para a sede da Polícia Federal de Barra do Garças para registro da ocorrência e demais providências cabíveis.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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