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Polícia Militar prende dois suspeitos que invadiram base do Indea e balearam sargento em Colniza

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A Polícia Militar de Mato Grosso localizou e prendeu dois criminosos suspeitos de um ataque à base do Indea, no distrito de Guariba, em Colniza. Na ação, um sargento da PMMT foi atingido com disparos de arma de fogo.

O caso foi registrado na noite da última sexta-feira (06.12), quando a base do Indea foi alvo de um atentado de criminosos que estavam fazendo o roubo de um veículo com carga de madeira ilegal, apreendido no dia anterior.

Os criminosos estavam fortemente armados e efetuaram diversos disparos de arma de fogo contra as equipes que faziam a segurança do local. Na ação, um sargento da Polícia Militar foi atingido com tiros, em várias partes de seu corpo.

Imediatamente após o confronto policial, equipes do Batalhão de Operações Especiais (Bope), Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), Força Tática e Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) foram deslocadas para região e iniciaram diligências, com apoio da Polícia Militar de Rondônia.

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Já na manhã de sábado (07), todos os 11 suspeitos envolvidos no confronto armado foram identificados pelas forças de segurança, e o caminhão roubado por eles foi localizado em uma estrada rural. Dois suspeitos foram presos.

Os militares realizaram a inutilização do veículo e, na continuidade das buscas, dois homens foram detidos pelas forças policiais, escondidos em uma propriedade rural. Ainda no mesmo dia, a mulher de um dos suspeitos também foi detida pela Polícia Judiciária Civil.

As equipes policiais continuam o reforço de policiamento na região e em diligências na busca dos demais integrantes da quadrilha.

O sargento baleado foi resgatado e encaminhado para Cuiabá, ainda no sábado (07), e passa por acompanhamento médico na Unidade de Tratamento Intensivo do Hospital Municipal da Capital.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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