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Polícia Militar prende quatro faccionados e resgata criança de “tribunal do crime” em Várzea Grande

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Policiais militares do 2º Comando Regional resgataram, nesta sexta-feira (24.4), um menino, de 12 anos e prenderam quatro homens, suspeitos por sequestro e cárcere privado, em Várzea Grande. A vítima alegou que foi agredida e ameaçada de morte pelos integrantes de uma facção criminosa.

De acordo com boletim de ocorrência, equipes da Companhia de Motopatrulhamento Tático Raio receberam informações de moradores de que um grupo havia levado a criança à força, segurando-a pelos braços, em direção a uma residência, na Rua dos Operários, no bairro Vila Arthur.

Diante da denúncia, os policiais intensificaram as buscas e localizaram o imóvel indicado. No local, quatro suspeitos foram encontrados mantendo a criança sob contenção. Durante a abordagem, a vítima contou que estava sendo submetida a um “tribunal do crime” e que seria executada.

Segundo o relato, após ser morta, a criança seria enterrada em uma área próxima conhecida como “Fazendinha”. A motivação seria a suspeita de furtos no bairro. A vítima também apresentava lesões no rosto, causadas por agressões.

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Durante as buscas na residência, os policiais encontraram objetos que seriam usados na execução e ocultação do corpo, como facas, pá, picareta e enxada. A criança relatou ainda que foi obrigada a cavar a própria cova.

No imóvel, também foram apreendidos materiais ligados ao tráfico de drogas, incluindo três balanças de precisão, dinheiro em espécie, celulares e chips telefônicos.

Os quatro suspeitos foram presos em flagrante e encaminhados à Central de Flagrantes, junto com a vítima, para as providências legais. O Conselho Tutelar foi acionado para acompanhar o caso.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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