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Presidente da AMM: “Nunca as prefeituras receberam tantos recursos quanto na gestão Mauro Mendes”

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O presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Neurilan Fraga, afirmou que a atual gestão do Estado, liderada pelo governador Mauro Mendes, foi a que mais repassou recursos aos municípios.

Durante o Encontro Municipalista Mato-grossense 2022, realizado nesta quarta e quinta-feira (30.11 e 01.12), Fraga ressaltou que além de o Estado pagar em dia os repasses obrigatórios, também faz centenas de parcerias com os prefeitos.

“Nunca houve tanto recurso financeiro transferido pelo Governo do Estado para as prefeituras quanto nos últimos anos. E desejo que nesses próximos quatro anos o senhor continue fazendo essa gestão com responsabilidade, com equilíbrio fiscal e financeiro, estabelecendo mais parcerias com os prefeitos e prefeitas”, disse ele, que também é ex-prefeito de Nortelândia.

Nessa gestão, somente na área de Infraestrutura, o Governo do Estado firmou convênios com os municípios que superam a casa de R$ 1 bilhão, de forma a tocar obras de asfalto urbano, recuperação asfáltica, construção de praças e outras obras urbanas.

Além disso, outras centenas de obras em todas as áreas são tocadas diretamente pelo Estado e beneficiam a população dos 141 municípios.

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“Se não fosse a gestão tão eficiente e tão segura que o senhor vem fazendo no Estado de Mato Grosso, muitos gestores poderiam estar renunciando pelas dificuldades que teriam. Os prefeitos têm a garantia de dinheiro na conta para esses convênios realizados. Me sinto tranquilo em declarar o quanto o senhor tem sido parceiro dos nossos prefeitos”, completou.

O deputado federal reeleito Juarez Costa também citou o volume de investimentos feito pelo Estado, que tem aplicado mais de 15% de tudo o que arrecada (Receita Corrente Líquida) em investimentos em prol dos mato-grossenses.

“A ponte de Cocalinho, a MT-140, a MT-010, a MT-235, a MT-208, a MT-274 que já está com ordem de serviço… Todas essas obras são fruto do trabalho do governador Mauro Mendes e de sua equipe”, mencionou.

Em seu discurso, o governador Mauro Mendes adiantou que essa postura municipalista será mantida nos próximos quatro anos e que o Estado irá atuar junto aos municípios para que todas essas obras sejam concluídas.  

“Posso garantir que vamos fazer muito parecido com o que fizemos no primeiro mandato. Fortalecer as parcerias e cobrar para executar todas essas obras. Vamos ter diretrizes importantes dentro do Governo, e uma delas é praticar o princípio constitucional da eficiência. A eficiência do gasto, da qualidade no gasto, da arrecadação e das entregas. Esse espírito de colaboração vai sempre existir do nosso lado”, concluiu.

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Fonte: GOV MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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