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Primeira-dama de MT assume papel de embaixadora do Projeto CEDIS para promoção de desenvolvimento social

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A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, foi convidada para ser a embaixadora do projeto Centro de Desenvolvimento e Integração Social (CEDIS), e aceitou o desafio. O CEDIS, em colaboração com a Associação Mais Liberdade e o apoio do Grupo de Monitoramento do Tribunal de Justiça de Mato Grosso e do projeto Amigos da Diversidade, visa promover trabalho, renda, e qualificação para os assistidos e a comunidade amparada.

Nesta terça-feira e quarta-feira (28 e 29.11), está programada uma série de atividades, incluindo um seminário no auditório do TJMT, mesas redondas e uma visita à ala LGBTQIA+, com foco nos egressos do sistema prisional que trabalham na defesa de direitos, acolhimento e ações voltadas à diversidade para aqueles privados de liberdade.

O lançamento oficial do projeto será nesta quarta-feira (29.11) durante o evento Meet Gala na Associação Mato-grossense dos Magistrados (AMAM), às 19h.

A renomada influenciadora Nicole Bahls assume a posição de madrinha do projeto, comprometendo-se a acompanhar, incentivar e divulgar os trabalhos da instituição e dos assistidos. A empresária Idê Guimarães também desempenhará um papel crucial como madrinha do projeto, enquanto o embaixador será o desembargador Orlando Perri. Além disso, os patronos incluem a empresária Ruth Semyramis e o desembargador Geraldo Fernandes.

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“Agradeço ao idealizador do projeto, Sandro Lohmann, pelo empenho e pelo convite, e também a todos os magistrados e parceiros que abraçaram essa causa. Estou certa de que esse projeto será um grande sucesso, transformando vidas e oferecendo oportunidades de recomeço”, declarou a primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes.

Mais informações pelo contato (65) 99293-7953.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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