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Projeto Comunidade Integrada atende 1,2 mil pessoas em evento com palestras sobre segurança pública e atividades interativas

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A 12ª edição do projeto Comunidade Integrada, realizada pela Coordenadoria Estadual de Polícia Comunitária, da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), reuniu cerca de 1.200 pessoas, no município de Mirassol D’Oeste (297 km de Cuiabá), nessa sexta-feira (17.11). O evento encerra a Operação Integrada de Ordem Pública.

A ação aproxima a comunidade das forças de segurança pública, com palestras e atividades interativas.

O evento teve início às 7h e seguiu até 14h, na Escola Centro Educacional Municipal Vereador Edson Athier Almeida Tamandaré.

Além de atender moradores de Mirassol D’oeste, o evento teve a participação de pessoas de outros municípios e distritos vizinhos, como São José dos Quatro Marcos, Curvelândia, e distrito de Sonho Azul.

A população participou de palestras sobre violência doméstica, riscos e perigos do uso excessivo da internet e sobre como ser um cidadão proativo.

O coordenador da Polícia Comunitária, tenente-coronel Sebastião Carlos, ressaltou a importância da ação para estabelecer uma parceria entre as forças de segurança pública e a população, além dos benefícios sociais que ela provoca.

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“É a oportunidade do Estado e da comunidade se aproximarem e firmarem parcerias em prol da melhoria da qualidade da segurança pública e qualidade de vida. Para ambos é uma forma de fortalecer as ações em conjunto, e possibilitar as boas práticas. Isso é primordial para a ordem pública”, destacou.

O projeto contou com o auxílio da Polícia Militar, pelo Batalhão de Trânsito (Bpmtran), Batalhão De Polícia Militar De Proteção Ambiental (Bpmpa), Regimento de Policiamento Montado (Rpmon), Força Tática do sexto Comando Regional, Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd) e 17° Batalhão de Polícia Militar (Bpm), da Rede Cidadã, do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), Polícia Judiciária Civil, Delegacia Regional de Mirassol D’Oeste, Polícia Rodoviária Federal, Marinha do Brasil, Exército Brasileiro, Corpo de Bombeiros Militar, Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), e do Departamento Estadual de Trânsito (Detran).

Operação Ordem Pública

A operação foi dividida em duas etapas, a repressiva e a de comunidade integrada. A primeira ocorreu de segunda a quinta-feira (13 e 17.11) em caráter ostensivo e repressivo. A finalidade dessa fase é o combate à criminalidade.

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Já a segunda etapa ocorreu nesta sexta-feira (17.11), focada na comunidade local, com trabalhos educativos e de assistência social quem integram o projeto Comunidade Integrada.

*Com supervisão de Fabiana Mendes

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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