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Quatro foragidos da Justiça são localizados e presos pela Polícia Militar no interior de MT

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Quatro foragidos da Justiça foram localizados e presos nesta terça-feira (3.2) por policiais militares do 7º Batalhão, em ações distintas, durante o desdobramento da Operação Tolerância Zero, em três municípios do Estado.

A primeira captura ocorreu em Rosário Oeste (a 104 km de Cuiabá). As equipes militares receberam informações da Agência Local de Inteligência (ALI) de que um homem, monitorado por meio de tornozeleira eletrônica, estaria escondido em uma área conhecida como Três Ilhas.

O indivíduo possuía mandados de prisão em aberto, expedidos pela Comarca de Rosário Oeste, por tráfico ilícito de drogas. Durante rondas na região, os policiais militares localizaram e abordaram o suspeito, que foi conduzido à delegacia.

Ainda no município, as equipes realizavam patrulhamento tático na região central de Rosário Oeste quando abordaram um grupo de pessoas em atitude suspeita, nas proximidades de um posto de combustível. No local, foi constatado que um homem possuía mandado de prisão em aberto, por furto, expedido pelo Núcleo de Inquéritos Policiais (NIPO) da Comarca de Cuiabá.

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Já em Jangada (a 76 km de Cuiabá), policiais militares da 2ª Companhia Independente receberam informações da Polícia Civil sobre um mandado de prisão em desfavor de um homem, expedido pela Vara Única de Alto Taquari, por homicídio.

Imediatamente, os policiais iniciaram buscas e localizaram o suspeito no bairro Altos da Jangada. Ele foi identificado, detido e conduzido à delegacia, sem apresentar resistência.

Em Acorizal (a 70 km de Cuiabá), equipes do Núcleo de Polícia Militar também realizavam rondas pela região central quando receberam denúncia de um homem com mandado de prisão em aberto no Distrito de Baús, expedido pela Segunda Vara Cível de Pontes e Lacerda, por atraso de pensão alimentícia, caracterizando abandono material. O suspeito foi abordado, identificado e encaminhado à Delegacia de Polícia de Cuiabá para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

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Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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