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Rede Estadual de MT tem mais de 13,7 mil vagas disponíveis para o ano letivo de 2026

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A Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso ainda conta com mais de 13,7 mil vagas disponíveis para o ano letivo de 2026, marcado para começar na próxima segunda-feira (2.1), em todo o Estado. 97% do total de vagas já foram preenchidas.

A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) avisa que pais ou responsáveis que não confirmaram a matrícula pelo Portal Matrícula Web passaram a integrar a lista de espera, com convocação condicionada à disponibilidade nas escolas, e não mais na unidade desejada.

Isso porque as solicitações de vagas feitas pelos responsáveis no Portal ocorreram entre outubro e novembro de 2025. No entanto, não houve procura para confirmar a matrícula e entregar a documentação junto às unidades escolares entre 19 de dezembro de 2025 e 9 de janeiro de 2026, com prazo prorrogado até 12 de janeiro, conforme a Portaria nº 755/2025/GS/SEDUC. Por isso, eles tiveram o pedido de matrícula cancelado de forma automática, e as vagas foram reintegradas ao sistema, permitindo a convocação de estudantes que aguardavam na lista de espera a partir de 13 de janeiro.

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Já os pais ou responsáveis que buscaram as escolas somente a partir de 14 de janeiro, sem apresentar a documentação exigida dentro do período estipulado, também foram incluídos automaticamente nessa lista. A previsão é que o ano letivo de 2026 tenha mais de 316,8 mil matrículas em todo o Estado.

Esses estudantes continuarão sendo atendidos, conforme a abertura de novas vagas ao longo do processo, mas sem garantia de escolha da escola de preferência. A matrícula será efetivada na unidade que tiver vaga disponível no momento da convocação.

Em caso de dúvidas sobre vagas ou procedimentos, a orientação da Seduc é que os pais ou responsáveis procurem a Diretoria Regional de Educação (DRE) do município onde residem para obter esclarecimentos.

A pasta também lembra que a fase de solicitação de matrícula para estudantes público-alvo da educação especial (Paede) ocorreu entre 23 de outubro e 10 de novembro de 2025. Em Cuiabá, o período foi de 29 de outubro a 10 de novembro, enquanto nos demais municípios aconteceu de 30 de outubro a 10 de novembro.

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O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, destacou que o cumprimento dos prazos é essencial para a organização da rede e para garantir previsibilidade às famílias.

“A matrícula ocorrerá na escola que tiver vaga disponível no momento da convocação. Nosso compromisso é garantir que nenhum estudante fique fora da escola. Os prazos são fundamentais para organizar a oferta de vagas, a distribuição dos estudantes e o funcionamento das escolas. Quando o calendário é respeitado, todos ganham, principalmente os alunos”, afirmou.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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