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Rotam prende homem com revólver e porções de drogas em Cáceres

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Equipes do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) prenderam um homem, de 21 anos, por tráfico ilícito de drogas e porte ilegal de arma de fogo, na noite desta quarta-feira (22.4), em Cáceres. Com o suspeito, foram apreendidos um revólver calibre .38 e porções de maconha e pasta base de cocaína.

Os policiais da Rotam estavam em patrulhamento tático pela Operação Tolerância Zero, no bairro Cohab Nova, e encontraram um homem em atitude suspeita, que tentou se esconder das viaturas.

O homem foi abordado e, na revista pessoal, a PM encontrou três porções de pasta base de cocaína e a quantia de R$ 50,00 em dinheiro. Questionado, o suspeito revelou que fazia a venda de drogas e que tinha mais entorpecentes guardados na residência onde mora com a avó.

Diante das informações relatadas, os policiais seguiram para o endereço e foram autorizados pela avó do suspeito a fazer buscas por toda a casa. No quarto do criminoso, os militares encontraram o restante das porções de pasta base de cocaína e também de maconha.

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Ainda nas buscas, o homem revelou a existência de uma arma de fogo escondida em um fundo falso do seu guarda-roupa. No local indicado, a equipe policial encontrou um revólver calibre .38 carregado com cinco munições.

O suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido, com todo o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências cabíveis.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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