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Seciteci divulga lista de inscrições e local da seletiva para o curso de Programador de Sistemas

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O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), divulgou a lista das inscrições deferidas e os locais de prova (clique aqui) do processo seletivo para o curso de Programador de Sistemas.

Foram deferidas 2.194 inscrições. As provas serão realizadas no dia 11 de dezembro, com início às 8h40, em Cuiabá. Os portões serão fechados às 8h30. O prazo para recurso das inscrições foi encerrado no dia 28 de novembro.   

Serão ofertadas 270 vagas gratuitas para formação de profissionais nas linguagens de programação Java, Genexus, Nodejs e React. O curso dará início às atividades do Programa de Formação de Profissionais de Alta Performance, desenvolvido pela Seciteci para a formação especializada de alto nível, com foco nas chamadas ‘profissões do futuro’.

Ao final do curso, os 50 alunos com melhor desempenho serão selecionados para atuar como bolsistas na Empresa Mato-grossense de Tecnologia da Informação (MTI). Com remuneração de R$ 6 mil, a proposta é que os profissionais atuem no atendimento de demandas por soluções tecnológicas nas secretarias e órgãos do Estado. A bolsa terá duração de 12 meses. O início das aulas está previsto para o dia 06 de fevereiro.  

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A relação dos deferidos e os locais de prova podem ser acessados no Portal de Processos Seletivos, na página da Seciteci (clique aqui).

Fonte: GOV MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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