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Secretaria de Justiça promove 3º Torneio de Cães Policiais e Obediência Pet

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A Secretaria de Estado de Justiça (Sejus) promove no próximo sábado (10.5), em Cuiabá, o 3º Torneio de Cães Policiais, no Parque das Águas, a partir das 18 horas. O torneio reunirá canis das forças de segurança do Estado e também será realizado um aulão canino com torneio aberto para quem quiser levar seu pet.

Participarão do evento os canis da Polícia Penal de Mato Grosso, Batalhão de Operações Especiais da PM, Corpo de Bombeiros e Polícia do Exército. apresentando as habilidades dos cães farejadores, treinados para atuar em busca e salvamento, busca e captura, faro de entorpecentes e armas.

Os cães da Polícia Penal apoiam as operações nas unidades prisionais de Mato Grosso e as forças estaduais e interestaduais.

“Os cães farejadores são indispensáveis durante as operações dentro das celas porque eles têm uma habilidade que vai além da capacidade humana. Tornando o cão e o homem uma dupla essencial para esse trabalho específico”, destacou o secretário de Justiça, Vitor Higo Bruzulato.

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O policial penal Anderson Poleto, da Gerência de Operações com Cães, explica que, atualmente, a Polícia Penal tem três canis localizados em Cuiabá; e ainda nas penitenciárias de Sinop e Rondonópolis. Os canis abrigam 12 guardiães das unidades prisionais, como o Furya, a Lunna, Spark, Glock, Margot, Haven e Theo.

Esse animais são empregados em operações de alta e média complexidade nas unidade prisionais, a exemplo da Lunna e do Furya, ambos do canil da Gerência de Operações com Cães da Polícia Penal, treinados para farejar aparelhos celulares e entorpecentes. O Furya está no canil desde os seis meses e com a experiência de treinos ao longo de mais de sete anos, ele é empregado em operações complexas e quando há suspeitas de celulares e drogas camuflados em pisos e paredes e objetos e já atuou em diversas recapturas de foragidos.

“Os cães têm habilidade que o ser humano não possui e se tornam um importante e indispensável aliado” formando o binômio homem e animal, disse Poleto.

A maioria dos cães da Polícia Penal é da raça pastor belga malinois, como a Luna e o Furya, conhecidos como cães de guerra pela aptidão ao trabalho e foco, habilidades que trazem melhores resultados durante as ações de buscas. Outra raça que faz parte dos canis da Polícia Penal é o golden retriever, como o Théo, da Penitenciária de Sinop, animal ágil e inteligente e com facilidade de interação em projetos de ação social.

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Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Ex-funcionária da câmara de Sinop relata assédio, ameaças e gravações não consentidas envolvendo vereador Marcos Vinícius

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Uma ex-funcionária da Câmara Municipal de Sinop relatou episódios de assédio, ameaças e supostas gravações não consentidas pelo vereador Marcos Vinícius Borges (PSDB). A denúncia foi divulgada pelo portal Pauta Livre MT e também já registrada na Delegacia da Polícia Civil de Sinop, que investiga o caso.

De acordo com o relato da ex-servidora que trabalhava no gabinete do vereador Marcos Vinícius, o contato com o parlamentar teria começado em ambientes sociais e evoluído para uma aproximação pessoal. Pouco tempo depois, segundo ela, Marcos a teria convidado para trabalhar na Câmara Municipal, onde ela iniciou as atividades em 2026.

A ex-funcionária afirmou que, durante a convivência, o vereador teria falado sobre fetiches de ser corno e comportamentos que não seriam compatíveis com os valores dela. Ainda conforme o depoimento, ele teria insistido em práticas com as quais ela não concordava, mesmo após ela manifestar resistência.

Um dos episódios relatados teria ocorrido dentro da própria Câmara de Vereadores. A ex-funcionária afirma que um amigo do vereador teria ido até a sala onde ela estava sozinha a mando dele, segurado sua perna e feito investidas de cunho sexual para forçar a realização do fetiche.

Segundo ela, o homem teria dito que a contratação dela fazia parte de um “jogo” e que a intenção seria que ela se envolvesse com os dois. A ex-servidora disse que pediu para que ele parasse e deixasse a sala.

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Após o episódio, a mulher contou que teria procurado Marcos Vinícius para relatar o ocorrido. Conforme a denúncia, inicialmente o vereador teria negado que a situação fizesse parte de qualquer plano, afirmando que teria ficado surpreso e triste com a atitude do amigo.

A ex-funcionária também declarou que chegou a utilizar o celular de uma amiga para registrar conversas relacionadas aos fatos. 

Ameaças envolvendo imagens íntimas
O principal ponto da denúncia diz respeito a supostas ameaças relacionadas a imagens íntimas captadas por câmeras de segurança. A ex-funcionária afirma que teria mantido uma relação sexual com o vereador em um imóvel onde havia uma câmera, cuja existência, segundo ela, não era conhecida nem autorizada.

Ainda conforme o depoimento, depois que decidiu encerrar o relacionamento e manifestou o desejo de continuar trabalhando, ela teria sido ameaçada por um amigo do vereador, que teria dito que ela deveria deixar o ambiente de trabalho.

A mulher relatou que, em uma conversa com Marcos Vinícius, teria pedido para que as ameaças cessassem. Segundo ela, nesse momento o vereador teria mencionado a possibilidade de divulgar vídeos íntimos registrados por câmeras de segurança.

“Em nenhum momento isso foi consensual”, afirmou a ex-funcionária durante o depoimento. Ela também declarou que teria sido ameaçada para não denunciar o caso e que o vereador teria dito conhecer muitas pessoas influentes, além de afirmar que a palavra dela não teria impacto.

Relatos sobre outras mulheres

Durante a entrevista, a ex-servidora também fez acusações envolvendo outras mulheres. Ela afirmou ter tomado conhecimento de relatos de supostos abusos, ameaças, manipulação e exposição de imagens íntimas.

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Entre as denúncias mencionadas estão casos que envolveriam adolescentes. A ex-funcionária relatou que  uma menina que teria sido abusada aos 11 anos e que, posteriormente, precisou deixar Sinop. Também mencionou outra adolescente que, segundo ela, teria sido abordada com mensagens e propostas de natureza sexual.

A ex-funcionária declarou ainda que o vereador teria mostrado a ela um vídeo íntimo envolvendo uma antiga namorada. Segundo o relato, a gravação teria sido feita durante uma situação sexual com outros homens, sem que a mulher tivesse autorizado a divulgação do conteúdo.

Medo e pedido de Justiça

A denunciante afirmou que está psicologicamente abalada e que teme sofrer novas ameaças ou algum tipo de represália. Apesar disso, disse ter decidido falar publicamente por acreditar que outras possíveis vítimas também precisam de apoio e proteção. “Se eu me calo, eu calo outras mulheres”, declarou.

Ela pediu que as autoridades investiguem os relatos e ofereçam acolhimento psicológico às supostas vítimas. Também afirmou esperar que a Justiça apure as denúncias relacionadas a mulheres e adolescentes.

A investigação está sob responsabilidade da Delegacia da Polícia Civil de Sinop. A divulgação da denúncia pelo Pauta Livre MT ocorre com base no depoimento da ex-funcionária.

Boletim de ocorrência Cliquei aqui!!!

Veja o vídeo
https://www.youtube.com/watch?v=eLdusAvyKL0

Fonte: Denuncia

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