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Seduc divulga lista final de inscritos para curso gratuito de Libras

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A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc) divulgou a lista final dos aprovados para o curso de Língua Brasileira de Sinais (Libras). A relação foi publicada no site do Centro de Apoio e Suporte à Inclusão da Educação Especial do Estado de Mato Grosso (Casies) – acesse AQUI.

Ao todo, 400 vagas foram disponibilizadas, sendo 60% destinadas a profissionais da educação, incluindo professores, gestores educacionais e demais profissionais da área, e 40% para toda a comunidade. Essas vagas gerais foram preenchidas em menos de três horas após a liberação para cadastro.

Os candidatos que fizeram a inscrição online, mas não a confirmaram presencialmente no Casies, foram automaticamente excluídos do curso, conforme previsto no regulamento.

Há, ainda, 50% de cadastro de reserva, destinado para as últimas pessoas que se inscreveram e não conseguiram garantir uma vaga. Caso haja desistência, esses candidatos serão chamados por ordem de inscrição. 

Curso gratuito

As aulas de Libras são presenciais. Elas começam na próxima segunda-feira (18.03) e vão até 12 de julho de 2024, com duração de três horas, uma vez por semana. No final, serão totalizadas 50 horas de curso. As aulas serão realizadas na Escola Estadual Professor Antônio Cesário Figueiredo Neto, no centro de Cuiabá. 

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Para ser aprovado no final do curso, será necessário completar 75% de frequência da carga horária, com alcance mínimo de nota sete nas atividades.

Em caso de dúvidas, acesse o edital AQUI.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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