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Seduc leva experiência de Mato Grosso ao Fórum Mundial de Educação

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A Secretaria de Estado de Educação, participa, de 16 a 20 de maio, em Londres, do Fórum Mundial de Educação. O encontro reúne ministros, secretários e representantes governamentais de mais de 100 países para discutir os rumos da educação diante de temas que já pressionam os sistemas de ensino em diferentes partes do mundo.

A edição de 2026 tem como tema “Educar para um Futuro Compartilhado: Paz, Planeta, Propósito e Caminhos”. A programação concentra debates sobre inovação educacional, desenvolvimento de competências, cooperação internacional e o papel da escola na preparação das novas gerações.

A secretária de Estado de Educação, Flávia Soares, participa como palestrante em um painel sobre atuação docente, processos pedagógicos e desenvolvimento profissional dos professores. A sessão discutirá o papel dos educadores na melhoria da qualidade da educação e dos sistemas de ensino, com foco em políticas de apoio, valorização e formação continuada.

O debate também deve abordar caminhos para fortalecer a aprendizagem dos estudantes, desde a preparação inicial dos professores até oportunidades de liderança, de reconhecimento público e de mecanismos de acompanhamento que contribuam para uma carreira docente mais qualificada e respeitada.

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Para Flávia, a presença de Mato Grosso no fórum permite observar experiências internacionais e, ao mesmo tempo, apresentar caminhos adotados pela rede estadual, como no caso do regime de colaboração

“A alfabetização, quando discutida no contexto mundial, não pode ser vista de forma isolada. Ela conversa com o currículo, a avaliação, a formação do professor e com a capacidade de cada sistema educacional de acompanhar o estudante antes que as dificuldades se aprofundem”, destacou.

A secretária também acompanha discussões sobre estratégias para a educação de meninas, barreiras ao acesso e à permanência na escola, educação infantil, inclusão, avaliação e transformação digital.

“São temas que interessam diretamente à educação pública de Mato Grosso. O que buscamos é compreender como outros países enfrentam problemas semelhantes e quais respostas podem dialogar com a realidade das nossas escolas”, completou Flávia Soares.

Na programação, a secretária também participa da sessão paralela “Investimento nos professores para fortalecer os sistemas de ensino”. O debate trata do papel dos docentes na melhoria da qualidade da educação e aborda desde a formação inicial até o desenvolvimento profissional contínuo, as oportunidades de liderança, o reconhecimento público e os mecanismos de apoio ao trabalho em sala de aula.

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Além de Flávia Soares, representando o Brasil, participam dessa plenária Mugenyi Cleophus, comissário para a Educação Básica de Uganda; Azmi Mahafzah, ministro da Educação Superior e Pesquisa Científica da Jordânia; Robert Tarn, CEO do Gems School of Management, da GEMS Education; e Peter Scott, presidente da Commonwealth of Learning, como moderador.

No grupo brasileiro que participa do evento, também estão representantes dos Estados do Paraná, Rio Grande do Sul e da Paraíba.

A agenda do Fórum Mundial de Educação segue até quarta-feira (20.5), com sessões técnicas, programação oficial, encontros de networking, recepção do Governo Britânico e plenária de encerramento.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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