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Sema consolida plano de educação ambiental em Recursos Hídricos na Bacia do Alto Paraguai

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) concluiu, nesta sexta-feira (27.2), o ciclo de oficinas participativas promovidas no Estado para a construção coletiva do Plano de Educação Ambiental em Recursos Hídricos das Unidades de Planejamento e Gerenciamento (UPG) do Alto Paraguai Médio e Superior, por meio de um seminário de consolidação. O evento contou com a presença dos membros dos Comitês de Bacia Hidrográfica dos rios Cabaçal, Sepotuba e Alto Paraguai Superior.

Gestores públicos e representantes da sociedade civil também estiveram presentes durante os encontros ocorridos em dezembro e janeiro nos municípios de Araputanga (CBH Cabaçal), Diamantino (CBH Alto Paraguai Superior) e Tangará da Serra (CBH Sepotuba). Eles colaboraram com informações para elaborar o Plano de Educação Ambiental em Recursos Hídricos (PEA-PRH) das UPGs da Bacia do Alto Paraguai.

O seminário desta sexta-feira buscou garantir que o Plano de Educação Ambiental (PEA) atendesse às demandas do Plano de Bacia Alto Paraguai Médio e Superior, tanto em relação à Política Estadual de Recursos Hídricos, quanto à Política Estadual de Educação Ambiental, além de constituir um espaço coletivo de diálogo para a construção do PEA comum às duas regiões hidrográficas de planejamento.

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“Esta parceria entre recursos hídricos e educação ambiental é de suma importância para realizar a construção participativa do plano de educação ambiental em uma região hidrográfica relevante tanto para o abastecimento daquela região quanto para a própria formação do Pantanal. Na superintendência, o fortalecimento da participação social é a diretriz principal que norteia a gestão das águas em MT”, afirmou a superintendente de Educação Ambiental e Atendimento ao Cidadão, Juliana Carvalho.

A mesa institucional contou com a apresentação da secretária adjunta de Licenciamento Ambiental e Recursos Hídricos da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Lilian Ferreira dos Santos, do superintendente de Recursos Hídricos, Luiz Henrique Noquelli, e da representante da diretoria do CBH Cabaçal, Edna Soares da Silva.

*Com supervisão de Clênia Goreth e Renata Prata

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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