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Setasc realiza recadastramento dos usuários do restaurante Prato Popular

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A Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT) realiza até esta sexta-feira (20.10) o recadastramento dos usuários do restaurante Prato Popular, por meio do Cadastro Único (CadÚnico), com o Número de Identificação Social (NIS).

Segundo a secretrária da Setasc, Grasi Bugalho, o restaurante também atua com o objetivo de integrar as políticas de assistência social, bem como garantir a segurança alimentar e nutricional.

“O Governo do Estado oferece alimentação a preço popular de R$ 1, com o cardápio feito com supervisão nutricional. São cerca de 600 refeições servidas diariamente durante o almoço, valorizando a qualidade e a quantidade adequada para manter a segurança alimentar daqueles que buscam o Prato Popular. A gestão do governador Mauro Mendes, busca garantir o atendimento para a população que mais necessita deste serviço, na Capital”, destacou.

De acordo com a coordenadora de Projetos de Alimentação e Nutrição, Maria Luzanira Alencar, como o principal objetivo do restaurante é atender às famílias em vulnerabilidade social, se faz necessário o cadastro conforme o CadÚnico.

“Isso também nos apontará diversos indicadores, como por exemplo, os bairros em que os nossos usuários residem, faixa etária, quantos idosos estamos atendendo, etnias e outros indicadores sociais. Tudo isso, será possível com a implantação do novo sistema funcional que quantifica as compras dos tickets, porque trará essas informações sociais dos cadastrados”, pontuou Maria Luzanira.

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Ela afirmou que o cadastro ainda poderá ser efetuado durante o ano, já que o público atendido é rotativo. “Por isso, pedimos que se o usuário não estiver cadastro, é só procurar a nossa equipe e apresentar o documento pessoal, com o CPF e o NIS. Sem o NIS, não é possível fazer o cadastro”, finalizou.

Além do recadastramento, uma equipe da secretaria adjunta de Cidadania e Inclusão Socioprodutiva está realizando serviço de plastificação de documentos para os frequentadores do restaurante.

Restaurante Prato Popular

O Restaurante Prato Popular está em funcionamento desde 2006 e não deixou de atender durante a pandemia.

Somente em 2023, o restaurante já serviu mais de 77 mil refeições para a população em vulnerabilidade social, com refeições pelo valor de R$1.

No período noturno, durante a semana, foram distribuídas gratuitamente mais de 40.800 marmitas à população em situação de rua. O investimento do Governo de Mato Grosso na entrega de alimentação pronta para o consumo para a população vulnerável em Cuiabá já ultrapassou R$ 1,1 milhão, em 2023.

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A sede do restaurante é localizada na Rua Baltazar Navarros, Nº 567, bairro Bandeirantes, em Cuiabá. São atendidas pessoas em situação de vulnerabilidade social, inclusas no Cadastro Único, no horário do almoço. O Restaurante Prato Popular funciona de segunda a sexta-feira, das 11h às 13h, exceto feriados.

Fonte: Governo MT – MT

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Ex-funcionária da câmara de Sinop relata assédio, ameaças e gravações não consentidas envolvendo vereador Marcos Vinícius

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Uma ex-funcionária da Câmara Municipal de Sinop relatou episódios de assédio, ameaças e supostas gravações não consentidas pelo vereador Marcos Vinícius Borges (PSDB). A denúncia foi divulgada pelo portal Pauta Livre MT e também já registrada na Delegacia da Polícia Civil de Sinop, que investiga o caso.

De acordo com o relato da ex-servidora que trabalhava no gabinete do vereador Marcos Vinícius, o contato com o parlamentar teria começado em ambientes sociais e evoluído para uma aproximação pessoal. Pouco tempo depois, segundo ela, Marcos a teria convidado para trabalhar na Câmara Municipal, onde ela iniciou as atividades em 2026.

A ex-funcionária afirmou que, durante a convivência, o vereador teria falado sobre fetiches de ser corno e comportamentos que não seriam compatíveis com os valores dela. Ainda conforme o depoimento, ele teria insistido em práticas com as quais ela não concordava, mesmo após ela manifestar resistência.

Um dos episódios relatados teria ocorrido dentro da própria Câmara de Vereadores. A ex-funcionária afirma que um amigo do vereador teria ido até a sala onde ela estava sozinha a mando dele, segurado sua perna e feito investidas de cunho sexual para forçar a realização do fetiche.

Segundo ela, o homem teria dito que a contratação dela fazia parte de um “jogo” e que a intenção seria que ela se envolvesse com os dois. A ex-servidora disse que pediu para que ele parasse e deixasse a sala.

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Após o episódio, a mulher contou que teria procurado Marcos Vinícius para relatar o ocorrido. Conforme a denúncia, inicialmente o vereador teria negado que a situação fizesse parte de qualquer plano, afirmando que teria ficado surpreso e triste com a atitude do amigo.

A ex-funcionária também declarou que chegou a utilizar o celular de uma amiga para registrar conversas relacionadas aos fatos. 

Ameaças envolvendo imagens íntimas
O principal ponto da denúncia diz respeito a supostas ameaças relacionadas a imagens íntimas captadas por câmeras de segurança. A ex-funcionária afirma que teria mantido uma relação sexual com o vereador em um imóvel onde havia uma câmera, cuja existência, segundo ela, não era conhecida nem autorizada.

Ainda conforme o depoimento, depois que decidiu encerrar o relacionamento e manifestou o desejo de continuar trabalhando, ela teria sido ameaçada por um amigo do vereador, que teria dito que ela deveria deixar o ambiente de trabalho.

A mulher relatou que, em uma conversa com Marcos Vinícius, teria pedido para que as ameaças cessassem. Segundo ela, nesse momento o vereador teria mencionado a possibilidade de divulgar vídeos íntimos registrados por câmeras de segurança.

“Em nenhum momento isso foi consensual”, afirmou a ex-funcionária durante o depoimento. Ela também declarou que teria sido ameaçada para não denunciar o caso e que o vereador teria dito conhecer muitas pessoas influentes, além de afirmar que a palavra dela não teria impacto.

Relatos sobre outras mulheres

Durante a entrevista, a ex-servidora também fez acusações envolvendo outras mulheres. Ela afirmou ter tomado conhecimento de relatos de supostos abusos, ameaças, manipulação e exposição de imagens íntimas.

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Entre as denúncias mencionadas estão casos que envolveriam adolescentes. A ex-funcionária relatou que  uma menina que teria sido abusada aos 11 anos e que, posteriormente, precisou deixar Sinop. Também mencionou outra adolescente que, segundo ela, teria sido abordada com mensagens e propostas de natureza sexual.

A ex-funcionária declarou ainda que o vereador teria mostrado a ela um vídeo íntimo envolvendo uma antiga namorada. Segundo o relato, a gravação teria sido feita durante uma situação sexual com outros homens, sem que a mulher tivesse autorizado a divulgação do conteúdo.

Medo e pedido de Justiça

A denunciante afirmou que está psicologicamente abalada e que teme sofrer novas ameaças ou algum tipo de represália. Apesar disso, disse ter decidido falar publicamente por acreditar que outras possíveis vítimas também precisam de apoio e proteção. “Se eu me calo, eu calo outras mulheres”, declarou.

Ela pediu que as autoridades investiguem os relatos e ofereçam acolhimento psicológico às supostas vítimas. Também afirmou esperar que a Justiça apure as denúncias relacionadas a mulheres e adolescentes.

A investigação está sob responsabilidade da Delegacia da Polícia Civil de Sinop. A divulgação da denúncia pelo Pauta Livre MT ocorre com base no depoimento da ex-funcionária.

Boletim de ocorrência Cliquei aqui!!!

Veja o vídeo
https://www.youtube.com/watch?v=eLdusAvyKL0

Fonte: Denuncia

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