MATO GROSSO

Sinfra passa a utilizar videomonitoramento para fiscalizar trânsito em rodovias

Publicado em

A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) passou a utilizar sistemas de videomonitoramento para reforçar a fiscalização do trânsito em rodovias estaduais concedidas à iniciativa privada. A medida tem como objetivo ampliar a segurança viária, coibir infrações e garantir o cumprimento das normas de circulação nas estradas.

A fiscalização é realizada a partir da Unidade de Controle de Operação de Modais, onde policiais militares atuam diariamente no monitoramento das imagens captadas pelas câmeras instaladas ao longo das rodovias. A aquisição e instalação dos equipamentos é de responsabilidade das empresas concessionárias. A partir desse acompanhamento em tempo real, é possível identificar infrações de trânsito e adotar as medidas previstas em lei.

A utilização do videomonitoramento para fins de fiscalização é regulamentada pela Resolução nº 909/2022, do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que autoriza a autuação remota de motoristas quando as infrações forem constatadas por sistemas de vídeo, desde que as vias estejam devidamente sinalizadas para esse tipo de fiscalização.

Leia Também:  Operação Lei Seca fiscaliza 930 veículos e prende 93 condutores por embriaguez ao volante

Entre as infrações que podem ser fiscalizadas por meio do videomonitoramento, estão a evasão de pedágio, ultrapassagens perigosas, o não uso do cinto de segurança, o uso de telefone celular ao volante, a condução de veículos com faróis apagados, além de veículos com licenciamento vencido, entre outras condutas que colocam em risco a segurança no trânsito.

“Nosso controle da operação passou a contar com a presença diária da Polícia Militar. Com os policiais de trânsito, será possível lavrar as multas pela evasão de pedágio e outras infrações, aumentando a segurança nas nossas concessões. Em nossos novos contratos, temos a previsão de contas específicas para a arrecadação das multas por evasão em cada concessionária. Além disso, esses recursos poderão ser utilizados para outros investimentos previstos em lei”, concluiu o secretário adjunto de Logística e Concessões, Caio Albuquerque.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

Published

on

Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

Leia Também:  Escola de Governo abre nova turma do curso em Direitos Fundamentais Constitucionais

A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA