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Treinamentos de mesários e vistorias são realizados pela 48ª Zona Eleitoral

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A 48ª Zona Eleitoral, com sede em Cotriguaçu, realizou treinamentos de mesários e mesárias, entre os dias 27 e 31 de agosto, nos municípios de Juruena, Cotriguaçu e no distrito de Nova União. Além disso, foram feitas vistorias aos locais de votação destas cidades e distrito, nos dias 21, 22 e 31 de agosto, com a participação da juíza eleitoral titular, Gezicler Luiza Sossanovicz Artilheiro.

“Durante os treinamentos, foram repassadas orientações sobre os procedimentos operacionais e foram esclarecidas dúvidas apresentadas pelos mesários e mesárias, contribuindo para o bom andamento do processo eleitoral. Falamos sobre a importância deles para o processo democrático e como atuar em situações específicas, como no caso de candidato ou candidata que não respeita as regras, fiscais que querem conversar com o eleitor ou eleitora dentro da sala, em quais situações acionar a Polícia Militar, por exemplo”, destacou a magistrada da 48ª Zona Eleitoral, que também agradeceu a participação de todos e todas nos treinamentos.  

O treinamento e a vistoria no distrito de Nova União, que também contemplou locais de votação de linhas rurais próximas, ocorreu no 31 de agosto e contou com 34 participantes. De acordo com o chefe de cartório, Ítalo José Scolari Cararo, as vistorias ocorreram bem. “Porém, identificamos um local com necessidades de reparos urgentes, que é o Posto de Saúde Ouro Verde do Norte. No final da tarde desta quarta-feira (04.09) tivemos uma reunião com o prefeito para tratar sobre o assunto e ele se comprometeu em fazer manutenções no telhado, forro, porta e no pé da caixa d’água nas próximas semanas. Dessa forma, a juíza fará uma nova vistoria após o dia 19 deste mês”.

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Já o treinamento em Cotriguaçu ocorreu no dia 27 de agosto, com a participação de 65 pessoas que atuarão como mesários e mesárias. As vistorias neste município ocorreram um pouco antes, no dia 21, sem intercorrências, apenas a constatação da dificuldade de acesso a alguns locais, devido a pontes precárias e estradas de chão.

Em Juruena, o treinamento de mesários foi ministrado no dia 29 de agosto, pela servidora do cartório da 48ª Zona Eleitoral, Beatriz Pereira Batista, com 82 participantes, enquanto as vistorias ocorreram no dia 22 do mesmo mês. Para a juíza eleitoral, estas visitas foram fundamentais para que ela conhecesse de perto a realidade de acesso e as dificuldades específicas de cada local, tanto em termos logísticos quanto em relação às condições do eleitorado.

“Vale destacar que esses locais de votação variam em distância, com alguns situados a até 100 km por estrada de chão, o que acrescenta desafios significativos para o acesso. Esse acompanhamento in loco possibilita uma compreensão aprofundada das necessidades de cada localidade, o que certamente contribuirá para a tomada de decisões mais informadas e adequadas durante o processo eleitoral”, frisou a magistrada Gezicler Luiza Sossanovicz Artilheiro.

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Horário eleitoral

Outra atividade da qual a juíza da 48ª Zona Eleitoral participou foi a reunião do horário eleitoral gratuito, realizada no dia 23 de agosto, na sede do Cartório Eleitoral, em Cotriguaçu. Na ocasião, foi feito o sorteio para a distribuição do tempo de propaganda no horário eleitoral gratuito, sendo que nos municípios abrangidos ocorre somente via rádios. Foram abordados, no encontro, o melhor horário e a forma de entrega (pen drive ou e-mail), e os partidos se comprometeram a entregar as mídias no tamanho e tempo adequados para evitar qualquer problema. Na oportunidade, a magistrada tirou dúvidas de representantes partidários, conversou sobre o bom andamento das eleições e pediu a colaboração de todos e todas.

Jornalista: Nara Assis

#PraTodosVerem: Foto que mostra participantes do treinamento de mesários, homens e mulheres, que estão sentados em cadeiras e aparecem de costas, dentro de uma sala de órgão público. De frente para eles, estão a juíza eleitoral e a servidora do cartório, que ministra o treinamento. Em uma parede, atrás delas, tem uma TV grande fixada que exibe as informações do treinamento.

1/ Galeria de imagens

Fonte: TRE – MT

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Ex-funcionária da câmara de Sinop relata assédio, ameaças e gravações não consentidas envolvendo vereador Marcos Vinícius

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Uma ex-funcionária da Câmara Municipal de Sinop relatou episódios de assédio, ameaças e supostas gravações não consentidas pelo vereador Marcos Vinícius Borges (PSDB). A denúncia foi divulgada pelo portal Pauta Livre MT e também já registrada na Delegacia da Polícia Civil de Sinop, que investiga o caso.

De acordo com o relato da ex-servidora que trabalhava no gabinete do vereador Marcos Vinícius, o contato com o parlamentar teria começado em ambientes sociais e evoluído para uma aproximação pessoal. Pouco tempo depois, segundo ela, Marcos a teria convidado para trabalhar na Câmara Municipal, onde ela iniciou as atividades em 2026.

A ex-funcionária afirmou que, durante a convivência, o vereador teria falado sobre fetiches de ser corno e comportamentos que não seriam compatíveis com os valores dela. Ainda conforme o depoimento, ele teria insistido em práticas com as quais ela não concordava, mesmo após ela manifestar resistência.

Um dos episódios relatados teria ocorrido dentro da própria Câmara de Vereadores. A ex-funcionária afirma que um amigo do vereador teria ido até a sala onde ela estava sozinha a mando dele, segurado sua perna e feito investidas de cunho sexual para forçar a realização do fetiche.

Segundo ela, o homem teria dito que a contratação dela fazia parte de um “jogo” e que a intenção seria que ela se envolvesse com os dois. A ex-servidora disse que pediu para que ele parasse e deixasse a sala.

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Após o episódio, a mulher contou que teria procurado Marcos Vinícius para relatar o ocorrido. Conforme a denúncia, inicialmente o vereador teria negado que a situação fizesse parte de qualquer plano, afirmando que teria ficado surpreso e triste com a atitude do amigo.

A ex-funcionária também declarou que chegou a utilizar o celular de uma amiga para registrar conversas relacionadas aos fatos. 

Ameaças envolvendo imagens íntimas
O principal ponto da denúncia diz respeito a supostas ameaças relacionadas a imagens íntimas captadas por câmeras de segurança. A ex-funcionária afirma que teria mantido uma relação sexual com o vereador em um imóvel onde havia uma câmera, cuja existência, segundo ela, não era conhecida nem autorizada.

Ainda conforme o depoimento, depois que decidiu encerrar o relacionamento e manifestou o desejo de continuar trabalhando, ela teria sido ameaçada por um amigo do vereador, que teria dito que ela deveria deixar o ambiente de trabalho.

A mulher relatou que, em uma conversa com Marcos Vinícius, teria pedido para que as ameaças cessassem. Segundo ela, nesse momento o vereador teria mencionado a possibilidade de divulgar vídeos íntimos registrados por câmeras de segurança.

“Em nenhum momento isso foi consensual”, afirmou a ex-funcionária durante o depoimento. Ela também declarou que teria sido ameaçada para não denunciar o caso e que o vereador teria dito conhecer muitas pessoas influentes, além de afirmar que a palavra dela não teria impacto.

Relatos sobre outras mulheres

Durante a entrevista, a ex-servidora também fez acusações envolvendo outras mulheres. Ela afirmou ter tomado conhecimento de relatos de supostos abusos, ameaças, manipulação e exposição de imagens íntimas.

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Entre as denúncias mencionadas estão casos que envolveriam adolescentes. A ex-funcionária relatou que  uma menina que teria sido abusada aos 11 anos e que, posteriormente, precisou deixar Sinop. Também mencionou outra adolescente que, segundo ela, teria sido abordada com mensagens e propostas de natureza sexual.

A ex-funcionária declarou ainda que o vereador teria mostrado a ela um vídeo íntimo envolvendo uma antiga namorada. Segundo o relato, a gravação teria sido feita durante uma situação sexual com outros homens, sem que a mulher tivesse autorizado a divulgação do conteúdo.

Medo e pedido de Justiça

A denunciante afirmou que está psicologicamente abalada e que teme sofrer novas ameaças ou algum tipo de represália. Apesar disso, disse ter decidido falar publicamente por acreditar que outras possíveis vítimas também precisam de apoio e proteção. “Se eu me calo, eu calo outras mulheres”, declarou.

Ela pediu que as autoridades investiguem os relatos e ofereçam acolhimento psicológico às supostas vítimas. Também afirmou esperar que a Justiça apure as denúncias relacionadas a mulheres e adolescentes.

A investigação está sob responsabilidade da Delegacia da Polícia Civil de Sinop. A divulgação da denúncia pelo Pauta Livre MT ocorre com base no depoimento da ex-funcionária.

Boletim de ocorrência Cliquei aqui!!!

Veja o vídeo
https://www.youtube.com/watch?v=eLdusAvyKL0

Fonte: Denuncia

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