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Água para o Futuro capacita técnicos do MPTO em Cuiabá

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso, por meio da equipe técnica do projeto Água Para o Futuro, promoveu o 9º Ciclo de Capacitação em Confirmação e Caracterização de Nascentes nos dias 5 e 6 de dezembro, em Cuiabá. O treinamento, que contou com um módulo teórico e outro prático para aplicação da metodologia executada pelo projeto, foi destinado a técnicos do Ministério Público de Tocantins (MPTO).

A capacitação foi solicitada pelo procurador de Justiça do MPTO José Maria da Silva Júnior que, juntamente com os técnicos do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça do Meio Ambiente (Caoma) da instituição, busca a criação de ações que visam a proteção dos recursos hídricos do Tocantins. Segundo o engenheiro agrônomo Henrique Garcia dos Santos, assessor técnico do Caoma, a defesa dos recursos hídricos representa uma das principais demandas ambientais do MPTO, em especial quanto à captação irregular de água dos rios. Ele explicou que a degradação de nascentes ocorre com frequência nos municípios do estado, comprometendo todo o sistema hídrico.

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O procurador de Justiça Gerson Barbosa abriu a capacitação ressaltando a importância do apoio institucional para o sucesso da iniciativa. “O apoio de todos os procuradores-gerais de Justiça que passaram pelo MPMT foi fundamental para os resultados obtidos até o momento pelo projeto Água Para o Futuro. Uma questão óbvia é que sem água nada acontece, não há argumentos contra a defesa da água. O projeto Água Para o Futuro é um caso de sucesso que deve ser levado para o mundo”, ressaltou.

Para o coordenador técnico do projeto, o biólogo Abilio de Moraes, a capacitação representou um importante intercâmbio de informações, visto a grande experiência dos técnicos do Tocantins nos trabalhos relacionados à água. “Os técnicos do MPTO foram apresentados à metodologia executada pelo projeto e trouxeram grandes contribuições para a melhoria dos nossos trabalhos”, revelou.

De acordo com a equipe do MPTO, o próximo passo será realizar parcerias locais, montar uma equipe técnica e iniciar um trabalho piloto nas nascentes de Tocantins. A capacitação contou com todos os técnicos do projeto Água para o Futuro e o engenheiro ambiental Djayson Thiago da Costa Alves, técnico do Caoma.

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Fonte: MP MT

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Operação Salve Geral desarticula núcleo criminoso em Sinop

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O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) deflagrou, nesta quinta-feira (23), a Operação Salve Geral para desarticular a atuação de integrantes da facção criminosa Comando Vermelho que exerciam a função de “disciplina”. Os investigados são apontados como responsáveis por coordenar e determinar a prática de crimes tanto no interior da Penitenciária Regional Osvaldo Florentino Leite Ferreira, conhecida como “Ferrugem”, quanto em diferentes regiões do município de Sinop.As investigações apontam que os alvos ocupavam posições relevantes na estrutura da organização criminosa, sendo responsáveis por ordenar e executar ações voltadas à manutenção do poder da facção. Entre os crimes investigados estão tortura, extorsão, latrocínio e tráfico de drogas, além de outras infrações praticadas em benefício do grupo criminoso.Foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão contra os principais investigados. Durante a operação, as equipes apreenderam entorpecentes, munições, aparelhos celulares e outros materiais de interesse para a investigação. Os itens serão submetidos à perícia e utilizados no aprofundamento das apurações, podendo contribuir para a identificação de outros envolvidos.As ordens judiciais foram cumpridas em diferentes endereços de Sinop e também no interior da Penitenciária Regional “Ferrugem”. A ação reforça o enfrentamento à criminalidade organizada, especialmente à atuação de lideranças criminosas que continuam exercendo influência mesmo durante o cumprimento de pena.
A operação contou com a atuação integrada do Gaeco, com apoio do 3º Comando Regional da Polícia Militar, do 11º Batalhão da Polícia Militar, por meio das equipes do GAP e do Raio, da 26ª Companhia Independente de Força Tática, do Serviço de Operações Especiais (SOE) da Polícia Penal, de policiais penais de Sinop, da Polícia Civil e do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer).As investigações prosseguem com a análise do material apreendido, não sendo descartadas novas medidas investigativas e judiciais.O Gaeco é uma força-tarefa permanente coordenada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) e integrada pela Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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