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Apae é reformada com recursos destinados pelo Ministério Público

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A 1ª Promotoria de Justiça Novo São Joaquim (a 485km de Cuiabá) destinou R$ 285.714,28 para reforma e ampliação da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) do município. Os recursos foram oriundos de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) celebrado em 2022 e destinados via Banco de Projetos e Entidades (Bapre) do Ministério Público de Mato Grosso. As obras foram concluídas e entregues à comunidade no dia 23 de março. 

A Apae de Novo São Joaquim ganhou três novas salas: uma de inclusão digital, outra para atendimento de fonoaudióloga e psicóloga, e uma última para almoxarifado. Além disso, foram construídos portal com fachada moderna, rampa com acessibilidade, passarela coberta, muro nos fundos do prédio, instalado portão na entrada e adquiridos mobiliários e equipamentos. 

Estiveram presentes na inauguração os promotores de Justiça Fabrício Miranda Mereb e João Ribeiro da Mota, bem como autoridades políticas, representantes da Polícia Militar e parceiros da Apae. Titular da 1ª Promotoria de Justiça de Novo São Joaquim, Fabrício Mereb é o atual responsável pelo fortalecimento da parceria entre o Ministério Público, a Apae, o poder público e a comunidade. Já João Ribeiro da Mota, que hoje atua em Nova Xavantina, foi quem celebrou o TAC. 

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O promotor de Justiça Roberto Arroio Farinazzo Júnior, de Água Boa, também esteve envolvido no projeto enquanto atuou na comarca de Novo São Joaquim, assim como toda a equipe da Promotoria de Justiça. “Agradecemos o empenho da atual diretora da instituição, Geisane Martins Rodrigues, e de seu esposo e principal voluntário e colaborador, Cecílio Rodrigues Júnior. Sem eles, o projeto não teria tido tanto êxito”, declarou o promotor de Justiça Fabrício Miranda Mereb. 
 

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Réu é condenado a 26 anos no primeiro julgamento de feminicídio em Vera

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O primeiro caso de feminicídio reconhecido como crime autônomo na cidade de Vera (458 km de Cuiabá) foi julgado nesta sexta-feira (24) pelo Tribunal do Júri da comarca. Francisco Edivan de Araújo da Silva foi condenado a 26 anos e oito meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo assassinato da ex-companheira, Paulina Santana, cometido em razão da condição do sexo feminino e no contexto de violência doméstica.
O Conselho de Sentença reconheceu que o crime foi praticado com o uso de recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima. Atuou em plenário o promotor de Justiça Daniel Luiz dos Santos.
Conforme a denúncia do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), réu e vítima mantinham um relacionamento amoroso conturbado, com idas e vindas, e, mesmo após o término, o acusado continuava frequentando a residência de Paulina. No dia do crime, ocorrido em junho de 2025, Francisco Edivan foi novamente até a casa da ex-companheira e a encontrou conversando com outro homem, situação que o desagradou. Ele ordenou que o rapaz deixasse o local, o que deu início a uma discussão com a vítima.
Em seguida, de forma súbita e inesperada, o acusado desferiu um golpe de arma branca na vítima, utilizando uma faca com lâmina de aproximadamente 30 centímetros, causando lesão gravíssima na região abdominal. Paulina chegou a ser socorrida por um vizinho e levada ao pronto-socorro do município, sendo posteriormente transferida para o Hospital Regional de Sinop. Apesar do atendimento médico, ela não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu quatro dias após o ataque.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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