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Burnout será tema de palestra no mês da prevenção institucional

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Falar sobre bem-estar no ambiente de trabalho é também zelar pela saúde mental, um tema que tem ganhado cada vez mais espaço nas instituições, especialmente diante dos desafios e das exigências do serviço público. Atento a essa realidade, o Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), por meio do Centro de Segurança e Inteligência (CSI), em parceria com o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e com o apoio do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional, promove a palestra “Burnout: Entendendo e Prevenindo”, no dia 30 de julho.
A palestra faz parte da programação da campanha “Agosto da Segurança Institucional”, promovida pelo CSI e GSI. A iniciativa tem como objetivo ampliar a compreensão sobre a Síndrome de Burnout, explorando suas causas, sintomas e impactos no ambiente de trabalho. Além disso, busca incentivar a adoção de estratégias de prevenção, enfrentamento e cuidado com a saúde mental no dia a dia profissional. A condução será da professora mestre e neuropsicóloga Carla Adriana de Queiroz, especialista em saúde mental e comportamento humano.
O encontro será realizado em formato híbrido, com transmissão ao vivo e acesso presencial, possibilitando a participação tanto no Auditório da Procuradoria-Geral de Justiça da capital, quanto pela Plataforma Teams. O conteúdo também ficará disponível posteriormente na plataforma EAD do Ceaf. Destinado a membros e servidores do MPMT, o evento oferece carga horária de 2 horas/aula e certificação para os participantes que obtiverem aproveitamento mínimo de 75%.
Estagiária escreve sob a supervisão da jornalista Ana Luíza Anache.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Município regulariza medição da qualidade da água após TAC

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O Município de Itiquira (a 361 km de Cuiabá) regularizou o monitoramento da potabilidade da água fornecida à população, incluindo a análise de metais pesados e agrotóxicos. A medida atende compromisso firmado com o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio da Promotoria de Justiça de Itiquira, em Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) celebrado em maio deste ano no âmbito da política municipal de saneamento.As amostras foram coletadas em 12 pontos do sistema de abastecimento, sendo 11 locais de captação e a Estação de Tratamento de Água (ETA). Os exames contemplaram todos os parâmetros exigidos pela Portaria GM/MS nº 888/2021, do Ministério da Saúde, e apontaram resultados dentro dos padrões de potabilidade estabelecidos pela legislação.Segundo a Promotoria de Justiça, as análises realizadas anteriormente não incluíam alguns dos agrotóxicos mais utilizados na região e previstos no Anexo 9 da Portaria GM/MS nº 888/2021. Com a regularização do monitoramento, o controle passa a contemplar esses parâmetros.Além dos exames realizados por laboratório contratado pelo município, a Promotoria de Justiça de Itiquira solicitou ao Centro de Apoio Operacional às Execuções (CAEx) do MPMT a realização de uma contraprova. O objetivo é verificar se os resultados obtidos pelo laboratório privado são confirmados por análise independente.Nesta sexta-feira (2), representantes da Prefeitura de Itiquira, do Ministério Público e o professor doutor Domingos Sávio Barbosa, do Laboratório de Química Ambiental da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), reuniram-se para discutir a possibilidade de implantação de um monitoramento contínuo da qualidade da água, por meio de parceria com a instituição de ensino.Para o promotor de Justiça Claudio Angelo Correa Gonzaga, o avanço representa o cumprimento de uma demanda histórica da instituição e um importante passo para a proteção da saúde pública.“Essa é uma demanda antiga do Ministério Público. Houve compromissos firmados anteriormente e repactuados neste ano, mas o monitoramento era realizado de forma intermitente ou incompleta. Agora, o município avança para regularizar definitivamente a situação. Em um estado com uso intenso de agrotóxicos, é fundamental que a população tenha acesso a informações confiáveis sobre a qualidade da água que consome. O desafio é transformar essas análises em uma rotina permanente e fortalecer a transparência, permitindo que cada cidadão também exerça o papel de fiscal”, destacou.Transparência – Conforme previsto no TAC, todos os relatórios das análises ficarão disponíveis para consulta pública no site da Prefeitura de Itiquira. A medida busca garantir transparência e possibilitar o acompanhamento dos resultados pela sociedade. Eventuais reclamações ou inconsistências identificadas nos relatórios poderão ser comunicadas à Promotoria de Justiça de Itiquira por meio da Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso, inclusive de forma sigilosa.

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Foto: Reprodução Instagram.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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