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Encontro do Patrimônio Público será dia 27 de junho em Cuiabá

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A edição 2025 do Encontro da Procuradoria Especializada na Defesa do Patrimônio Público será realizada no dia 27 de junho, a partir das 9h, no Auditório da Procuradoria-Geral de Justiça, em Cuiabá. Destinada aos membros do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) em atividade na área, a capacitação é uma oportunidade de intercâmbio de experiências e de aprimoramento da atuação funcional, na qual serão abordadas questões relacionadas à gestão do patrimônio público, autocomposição e educação patrimonial.O encontro é uma realização conjunta da Procuradoria Especializada na Defesa do Patrimônio Público e do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT. Participam da abertura o procurador-geral de Justiça de Mato Grosso, Rodrigo Fonseca Costa, o procurador de Justiça titular da Especializada, Edmilson da Costa Pereira, o corregedor-geral do MPMT, procurador de Justiça João Augusto Veras Gadelha, e o coordenador da Escola Institucional do MPMT, procurador de Justiça Antonio Sergio Cordeiro Piedade. “O Ministério Público de Mato Grosso tem adotado uma postura cada vez mais estratégica e resolutiva, alinhada às demandas da sociedade. A atuação tradicional, focada apenas na judicialização dos conflitos, deu espaço a uma nova abordagem, que prioriza a prevenção, o diálogo e a construção de soluções em rede. Essa mudança valoriza a autocomposição e busca respostas mais rápidas, eficazes e sustentáveis para proteger o patrimônio público, garantir a moralidade administrativa e atender ao interesse coletivo”, defendeu Edmilson da Costa Pereira.“O Ministério Público, como instituição permanente e essencial à Justiça, tem uma missão clara: defender a ordem jurídica, o regime democrático e os direitos que não podem ser renunciados, tanto da sociedade quanto do indivíduo. Nesse contexto, a proteção do patrimônio público ganha destaque. Isso exige não só firmeza para combater irregularidades, mas também inteligência institucional para prevenir danos, melhorar a gestão pública e fortalecer a confiança da população nas instituições”, acrescentou Antonio Sergio Cordeiro Piedade. Programação – O primeiro painel começa às 9h30, com o tema “Aspectos Práticos da Atuação Preventiva do Ministério Público na Defesa do Patrimônio Público”, a ser abordado pelo promotor de Justiça do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) Rodrigo Otávio Mazieiro Wanis. Os debates serão conduzidos pelo promotor de Justiça Gustavo Dantas Ferraz. No período vespertino, a partir das 14h, ocorre o painel “Consensualidade, Gestão e Educação Patrimonial”, com os promotores de Justiça Taiana Castrillon Dionello e Eduardo Antonio Ferreira Zaque. A debatedora será a promotora de Justiça Lindinalva Correia Rodrigues.
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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Parceria leva jogo educativo sobre violência às escolas

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) firmou, nesta terça-feira (9), parceria com o Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) para fortalecer ações de prevenção e enfrentamento à violência contra a mulher, por meio da difusão do jogo educativo “Quebrando o Ciclo, Salvando Vidas” nas escolas do estado.O projeto já conta com a atuação do MPMT, que viabilizou a produção dos primeiros exemplares e articulou a apresentação da ferramenta ao presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo, em encontro com o procurador-geral de Justiça, Rodrigo Fonseca Costa, e com a coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Violência Doméstica e Estudos de Gênero, procuradora de Justiça Elisamara Portela.A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso à informação e promover a conscientização de crianças, adolescentes e adultos sobre a Lei Maria da Penha, os diferentes tipos de violência e os caminhos para a prevenção e ruptura de ciclos de agressão. Desenvolvido pelo subtenente Mariano Neto de Souza, da Polícia Militar de Mato Grosso, o jogo utiliza metodologia lúdica e interativa.Para dar escala à iniciativa, Sérgio Ricardo anunciou que vai sugerir a adoção do projeto em todo o estado. “Vamos sugerir a adoção dessa ferramenta para os estudantes, para levar conhecimento sobre o que é a Lei Maria da Penha, o que é a violência contra a mulher, como se combate, como se previne e o que fazer quando a violência chega.”Durante a agenda, a procuradora de Justiça também destacou outras ações de enfrentamento ao feminicídio. “Hoje percebemos o entusiasmo do presidente com o projeto. O Tribunal vem desenvolvendo um trabalho extremamente relevante sobre esse tema, principalmente após a homologação da auditoria que desenhou o cenário do combate à violência doméstica, e por isso também percebeu a importância dessa ferramenta”, disse.Para as instituições, a iniciativa representa um avanço estratégico na promoção de políticas públicas voltadas à prevenção do feminicídio e à proteção das mulheres. O uso de recursos educativos inovadores amplia o alcance das ações institucionais e fortalece a cultura de enfrentamento à violência de gênero desde a formação cidadã.A parceria com o TCE-MT possibilitará a expansão do projeto em todo o estado, incluindo a capacitação de professores e a inserção da ferramenta em ambientes escolares e espaços da rede de assistência social.Histórias reais no tabuleiro – as cartas do jogo são baseadas em casos reais atendidos pelo subtenente, que atua na Patrulha Maria da Penha. A cada rodada, o jogador toma decisões diante de situações de violência doméstica e avança pelo tabuleiro conforme as escolhas que levam à proteção da vítima, como a busca por ajuda e por serviços de assistência.“É um jogo dinâmico que tem o objetivo de trazer as pessoas para a realidade dos fatos, envolvendo fatores de risco e de proteção que têm colaborado para que a mulher permaneça no ciclo da violência, entre na espiral da morte e acabe perdendo a sua vida”, explicou Mariano.Para a tenente-coronel Ludmila Eickhoff, coordenadora estadual da Patrulha Maria da Penha, o formato lúdico ajuda as pessoas a reconhecerem situações que muitas vezes passam despercebidas no dia a dia. “Às vezes nós não percebemos a violência, a gente, de alguma forma, naturalizou aquela ação.”Além disso, o formato de jogo tem alcance especial entre o público mais jovem. “Estamos falando de crianças, de adolescentes, cidadãos ainda em formação. Muitas vezes, por meio do lúdico, se consegue fixar mais o conhecimento do que através dos livros, das disciplinas ou mesmo das lições dos professores”, afirmou Eickhoff.

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Com informações da assessoria de imprensa do TCE-MT
Fotos: Alair Riberio/TCE-MT

Fonte: Ministério Público MT – MT

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