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Estudantes participam de palestra sobre bullying e cyberbullying

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Estudantes da Escola Estadual Presidente Tancredo Neves, no município de São Félix do Araguaia, a 1.050 km de Cuiabá, participaram nesta segunda-feira (02) de um bate-papo com o Ministério Público do Estado de Mato Grosso sobre bullying e cyberbullying. O tema foi abordado pelo promotor de Justiça substituto Rodrigo Silva.

Durante a palestra, o promotor de Justiça substituto explicou aos estudantes que a principal diferença do bullying para o cyberbullying está nos métodos e ferramentas utilizados pelo praticante. “Enquanto o bullying ocorre no mundo real, o cyberbullying ocorre no mundo virtual”, disse.

Ele chamou a atenção dos alunos para o fato de que os excessos nas brincadeiras entre colegas na escola, tidas por muitos como situações típicas da idade, representam uma face cruel para as vítimas das ofensas “Não se trata de uma brincadeira, mas de um grave problema social que deve ser conhecido e combatido”, ressaltou.

O promotor de Justiça substituto lembrou que o baixo rendimento escolar, alterações extremas de humor e ausência na escola podem ser sinais de que o estudante esteja sendo vítima de bullying. Entre as consequências, segundo ele, estão o distanciamento dos amigos, perda da confiança, depressão e insegurança.

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Para lidar com o bullying, Rodrigo Silva recomendou aos estudantes que mantenham a calma e não reajam de forma agressiva, pois isso pode piorar a situação. Além disso, destacou a importância de se buscar ajuda com alguém de confiança, da manutenção dos registros, da busca por apoio emocional e da realização de denúncias.

“A conscientização e o combate ao bullying perpassam o desenvolvimento do sentimento de empatia, a capacidade de se colocar no lugar do outro e imaginar seu sofrimento, pois cuidando-se uns dos outros, viveremos em um lugar mais gentil e acolhedor”, finalizou  Rodrigo Silva.
 

Fonte: Ministério Público MT – MT

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MPMT articula ações para proteger meninas e mulheres indígenas

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Diante da grave situação de violência sexual contra uma menina indígena registrada na última semana em Barra do Garças, representantes do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), da Federação dos Povos e Organizações Indígenas de Mato Grosso (Fepoimt) e do Governo do Estado se reuniram na terça-feira (5), na sede da Procuradoria-Geral de Justiça, em Cuiabá. O encontro teve como objetivo discutir estratégias de enfrentamento à violência contra meninas e mulheres indígenas.A reunião ocorreu no gabinete da procuradora de Justiça Elisamara Sigles Vodonós Portela, coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Estudos de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher e Gênero Feminino (CAO VD), e foi solicitada pela liderança do Departamento das Mulheres da Fepoimt, Maria Anarrory, diante da gravidade do caso ocorrido no município da região do Araguaia.Também participaram do encontro a analista assistente social do CAO VD, Renata Teixeira, e a assistente social da Secretaria Adjunta de Programas e Projetos Especiais e Atenção à Família da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (SAPPEAF/Setasc), Graciele Meira.A iniciativa buscou articular esforços institucionais para a construção de estratégias e ações integradas de prevenção e enfrentamento da violência contra meninas e mulheres indígenas, considerando as especificidades culturais, territoriais e sociais desses povos. O diálogo reforçou o compromisso das instituições com a proteção dos direitos humanos e com uma atuação sensível às realidades das comunidades indígenas.Durante a reunião, foi destacada a importância do fortalecimento da articulação interinstitucional, da escuta qualificada e do diálogo intercultural como caminhos essenciais para garantir o acesso das mulheres e meninas indígenas às políticas públicas, especialmente nas áreas de saúde, educação e assistência social.Nesse contexto, o CAO VD tem realizado visitas técnicas e promovido diálogos institucionais com diversos órgãos e entidades, com foco na construção conjunta de estratégias e no enfrentamento da violência em suas múltiplas formas. Até o momento, já houve articulações com a SAPPEAF/Setasc, com a Fepoimt e com a representante indígena no âmbito do Poder Legislativo, reforçando a necessidade de ações coordenadas e permanentes.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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