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FESMP/MT apresenta cursos 2026 com foco em formação de excelência

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Em um mercado cada vez mais competitivo, a qualificação profissional deixou de ser apenas um diferencial para se tornar uma necessidade estratégica. Atenta a esse cenário, a Fundação Escola Superior do Ministério Público de Mato Grosso (FESMP/MT) anuncia a oferta de novos cursos de especialização para 2026.Reconhecida pela qualidade do ensino e pela seriedade acadêmica, a FESMP/MT se consolidou como referência na capacitação de profissionais que buscam atualização constante, aprofundamento técnico e conexão direta entre teoria e prática. Os cursos são estruturados para atender às reais demandas do mundo jurídico, institucional e administrativo, com corpo docente altamente qualificado e conteúdo alinhado às transformações legislativas e sociais.Entre os cursos previstos para 2026 estão especializações em Direito da Insolvência Empresarial, Direito Processual Civil, Direito Penal e Processual Penal, Direito Ambiental e Urbanístico, além do Novo Licenciamento Ambiental, entre outras formações que ampliam as possibilidades de atuação profissional.“A Fundação Escola Superior do Ministério Público de Mato Grosso tem como missão contribuir de forma efetiva para a qualificação técnica e ética dos profissionais que atuam no sistema de Justiça e no serviço público. Em um cenário de constantes mudanças, investir em formação sólida e atualizada é fundamental para enfrentar os desafios contemporâneos com excelência e responsabilidade”, destacou o presidente da Fundação, o promotor de Justiça Marcelo Caetano Vacchiano.Os interessados em conhecer mais sobre os cursos de 2026 podem entrar em contato com a equipe da Fundação pelo WhatsApp (65) 99658-1800.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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VG se compromete a regularizar contratações na Saúde e na Educação

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Várzea Grande firmou, nesta terça-feira (14), dois Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) com o Município para garantir o respeito à ordem de classificação dos processos seletivos simplificados das secretarias municipais de Educação, Cultura, Esporte e Lazer e de Saúde, além de promover a regularização de contratações temporárias realizadas em desacordo com os critérios dos certames. Os acordos foram assinados pela promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello, pela prefeita Flávia Petersen Moretti, pelas secretárias Maria Fernanda Figueiredo e Valéria Aparecida Nogueira, e pelo procurador-geral do Município, Maurício Magalhães Faria Neto.Os acordos foram celebrados no âmbito de inquéritos civis instaurados pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) após a identificação de indícios de contratações temporárias sem observância da ordem classificatória dos processos seletivos, bem como da manutenção de vínculos considerados irregulares. As medidas buscam corrigir as inconsistências apuradas, assegurar a convocação dos candidatos aprovados conforme a classificação obtida nos certames e fortalecer os princípios da legalidade, impessoalidade e moralidade na administração pública.Na área da Educação, a investigação apontou possível preterição de candidatos aprovados em processo seletivo, além da contratação de servidores sem submissão ao certame e falhas na transparência das informações relacionadas ao seletivo. Já na Saúde, o inquérito apurou a existência de contratações de servidores sem prévia participação em processo seletivo, bem como a atuação de profissionais com classificação posterior à última convocação, em possível desrespeito à ordem classificatória e aos direitos dos candidatos aprovados. Conforme os TACs, o município e as secretarias assumiram o compromisso de observar rigorosamente a ordem de classificação dos candidatos aprovados, abstendo-se de realizar contratações, admissões, prorrogações ou manutenção de vínculos temporários em desacordo com os resultados homologados dos seletivos. Também deverão promover o levantamento dos contratos temporários existentes, rescindir aqueles considerados irregulares e substituir os contratados por candidatos regularmente classificados. Os compromissários terão prazo de até 180 dias para cumprir as principais obrigações previstas nos acordos e apresentar a comprovação documental ao Ministério Público. Entre as medidas estabelecidas está ainda a ampliação da transparência, com a divulgação permanente e atualizada de informações sobre convocações, admissões, desistências, eliminações e reclassificações decorrentes dos processos seletivos. Segundo a promotora de Justiça Taiana Castrillon Dionello, os acordos têm como objetivo garantir o respeito aos princípios constitucionais da administração pública, especialmente a legalidade, a impessoalidade e a moralidade, assegurando que as vagas sejam preenchidas conforme a classificação obtida pelos candidatos nos processos seletivos. Os acordos também visam pôr fim às contratações irregulares identificadas durante as investigações e garantir igualdade de oportunidades aos participantes dos certames. Conforme os acordos, o descumprimento das obrigações resultará na aplicação de multa diária de R$ 5 mil, além da adoção de medidas judiciais e extrajudiciais cabíveis.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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