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Hortas comunitárias do Projeto Cibus são visitadas pelo MPMT

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A Promotoria de Justiça de Ribeirão Cascalheira (a 900km de Cuiabá) realizou visita técnica às hortas comunitárias do “Projeto Cibus – Você tem fome de quê?” em três escolas municipais, nos dias 12 e 13 de setembro de 2023. O objetivo foi verificar como está a produção e o manejo das hortaliças, além de fornecer orientações e esclarecer dúvidas.

“A visita técnica faz parte das ações prevista no projeto Cibus, e se destina a orientar os cuidadores e cuidadoras das hortas escolares quanto ao manejo de ferramentas e dos insumos para obtenção de melhores resultados. A visita também tem por finalidade a identificação das fragilidades locais e a elaboração de cronograma, caso seja necessário”, explicou a promotora de Justiça substituta Bruna Caroline de Almeida Affornalli.

Acompanharam a visita o secretário municipal de Agricultura, Argemiro Coelho de Moraes, a secretária municipal de Educação, Osmarina Vieira dos Santos, o técnico agropecuário da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), Carlos Alberto Quintino, e os servidores do Ministério Público Juliana Rocha da Silva e Rodrigo Dondé Castro. 

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A equipe esteve na Escola Municipal Professora Maria do Socorro Luz Reis Leite (zona urbana), Escola Municipal do Campo Manoel da Silva Rocha (Distrito de Novo Paraíso, zona rural), e Escola Municipal do Campo Primorosa (PA Primorosa, zona rural).

O projeto – Cibus é uma palavra em Latim, que na língua portuguesa significa comida, alimento. Lançado em fevereiro de 2022, o projeto está entre as prioridades do Planejamento Estratégico Institucional do MPMT.

A iniciativa do Centro de Apoio Operacional (CAO) de Defesa dos Direitos Humanos, Diversidade e Segurança Alimentar, com o apoio da EMPAER e da Prefeitura Municipal de Ribeirão Cascalheira, pretende fomentar a implementação de mecanismos que visam garantir o efetivo acesso à alimentação adequada e de qualidade à população, de modo a reduzir a insegurança alimentar. Trinta e duas unidades de ensino do estado foram contempladas com hortas do projeto.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes

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O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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