Ministério Público MT

Júri condena réu a 14 anos por matar jovem em barbearia

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Tribunal do Júri da Comarca de Barra do Bugres (169 km de Cuiabá) condenou, nesta segunda-feira (09), o réu Ewander Soares da Silva à pena de 14 anos de reclusão em regime inicialmente fechado pelo homicídio qualificado de Fausto Jonas dos Santos, de 18 anos, ocorrido em 25 de junho de 2024, em uma barbearia localizada no município.Conforme apontado no julgamento pelo promotor de Justiça Roberto Arroio Farinazzo Junior, o réu foi responsabilizado pelo crime de homicídio duplamente qualificado, por motivo torpe e recurso que dificultou a defesa da vítima (artigo 121, §2º, incisos I e IV do Código Penal).““Este foi um crime brutal, cometido com frieza e premeditação, em que a vítima, um jovem de apenas 18 anos, foi executada enquanto trabalhava. A condenação de 14 anos em regime fechado representa justiça para a família de Fausto Jonas dos Santos”, destacou o promotor de Justiça.O Conselho de Sentença reconheceu a materialidade e autoria do crime, bem como as qualificadoras apontadas pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).De acordo com as investigações, o réu entrou na barbearia se passando por cliente, anunciou um suposto assalto e, em seguida, efetuou disparos contra a vítima, atingindo-a na cabeça. Fausto Jonas dos Santos chegou a ser socorrido com vida, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu após dar entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA).Durante o julgamento, o réu foi condenado à pena de 14 anos de reclusão em regime inicialmente fechado, sem direito de recorrer em liberdade. A decisão seguiu entendimento do Supremo Tribunal Federal (Tema 1.068), que autoriza a execução imediata da pena imposta pelo Tribunal do Júri.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Ministério Público MT

Gaeco cumpre 21 mandados e bloqueia R$ 120 mi em  3ª fase da Operação

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O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado de Mato Grosso (Gaeco-MT) cumpriu, nesta quinta-feira (13), 21 mandados de busca e apreensão em Sorriso, Sinop, Lucas do Rio Verde, Boa Esperança do Norte, Ipiranga do Norte e Tabaporã, durante a terceira fase da Operação Safra Desviada. A investigação apura o suposto desvio de cargas de grãos pertencentes ao Grupo Lermen e o prejuízo que resultou no bloqueio de mais de R$ 120 milhões em bens e ativos financeiros dos investigados.
As ordens judiciais foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias do Polo de Sinop. Além das buscas, a decisão determinou a indisponibilidade patrimonial dos investigados para garantir o ressarcimento dos prejuízos e preservar valores relacionados aos crimes que ainda estão sob investigação.
Segundo as investigações do Gaeco, o grupo atuava de forma organizada para desviar cargas de grãos do Grupo Lermen. Os investigados teriam utilizado os cargos e funções que ocupavam nas empresas envolvidas para facilitar a prática dos desvios.
A operação é conduzida pelo Gaeco, com apoio de equipes dos 3º, 8º e 14º Comandos Regionais da Polícia Militar.
O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) é uma força-tarefa permanente coordenada pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), com a participação da Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e do Sistema Socioeducativo.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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