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MP requer que órgãos intensifiquem fiscalização em Parque Estadual 

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A Promotoria de Justiça da comarca de Cotriguaçu (a 950km de Cuiabá) solicitou a diversas instituições, que atuam na defesa do meio ambiente, a fiscalização constante no Parque Estadual Igarapés do Juruena, a fim de combater o desmatamento e o comércio de madeira ilegais. Os ofícios foram encaminhados à Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), à Polícia Federal (PF), à Polícia Rodoviária Federal (PRF), e à Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema).

No documento, o Ministério Público de Mato Grosso orientou que sejam feitas incursões no interior do Parque, em várias frentes, conforme informações obtidas por prova testemunhal.

O promotor de Justiça Substituto Cristiano Felipini menciona que existe um inquérito civil em andamento, destinado a apurar o desmatamento e comércio ilegal de madeiras extraídas do Parque Estadual. Também há inquérito policial em que “investiga-se associação criminosa, destruição de unidade de conservação, comércio ilegal de madeira, obstar fiscalização do Poder Público no trato de questões ambientais, corrupção ativa e passiva e receptação”.

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Foto: Reprodução. 
 

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Gaeco cumpre 21 mandados e bloqueia R$ 120 mi em  3ª fase da Operação

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O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado de Mato Grosso (Gaeco-MT) cumpriu, nesta quinta-feira (13), 21 mandados de busca e apreensão em Sorriso, Sinop, Lucas do Rio Verde, Boa Esperança do Norte, Ipiranga do Norte e Tabaporã, durante a terceira fase da Operação Safra Desviada. A investigação apura o suposto desvio de cargas de grãos pertencentes ao Grupo Lermen e o prejuízo que resultou no bloqueio de mais de R$ 120 milhões em bens e ativos financeiros dos investigados.
As ordens judiciais foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias do Polo de Sinop. Além das buscas, a decisão determinou a indisponibilidade patrimonial dos investigados para garantir o ressarcimento dos prejuízos e preservar valores relacionados aos crimes que ainda estão sob investigação.
Segundo as investigações do Gaeco, o grupo atuava de forma organizada para desviar cargas de grãos do Grupo Lermen. Os investigados teriam utilizado os cargos e funções que ocupavam nas empresas envolvidas para facilitar a prática dos desvios.
A operação é conduzida pelo Gaeco, com apoio de equipes dos 3º, 8º e 14º Comandos Regionais da Polícia Militar.
O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) é uma força-tarefa permanente coordenada pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), com a participação da Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e do Sistema Socioeducativo.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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