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MP requer que órgãos intensifiquem fiscalização em Parque Estadual 

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A Promotoria de Justiça da comarca de Cotriguaçu (a 950km de Cuiabá) solicitou a diversas instituições, que atuam na defesa do meio ambiente, a fiscalização constante no Parque Estadual Igarapés do Juruena, a fim de combater o desmatamento e o comércio de madeira ilegais. Os ofícios foram encaminhados à Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), à Polícia Federal (PF), à Polícia Rodoviária Federal (PRF), e à Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema).

No documento, o Ministério Público de Mato Grosso orientou que sejam feitas incursões no interior do Parque, em várias frentes, conforme informações obtidas por prova testemunhal.

O promotor de Justiça Substituto Cristiano Felipini menciona que existe um inquérito civil em andamento, destinado a apurar o desmatamento e comércio ilegal de madeiras extraídas do Parque Estadual. Também há inquérito policial em que “investiga-se associação criminosa, destruição de unidade de conservação, comércio ilegal de madeira, obstar fiscalização do Poder Público no trato de questões ambientais, corrupção ativa e passiva e receptação”.

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Foto: Reprodução. 
 

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Réu é condenado a 26 anos no primeiro julgamento de feminicídio em Vera

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O primeiro caso de feminicídio reconhecido como crime autônomo na cidade de Vera (458 km de Cuiabá) foi julgado nesta sexta-feira (24) pelo Tribunal do Júri da comarca. Francisco Edivan de Araújo da Silva foi condenado a 26 anos e oito meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelo assassinato da ex-companheira, Paulina Santana, cometido em razão da condição do sexo feminino e no contexto de violência doméstica.
O Conselho de Sentença reconheceu que o crime foi praticado com o uso de recurso que dificultou ou impossibilitou a defesa da vítima. Atuou em plenário o promotor de Justiça Daniel Luiz dos Santos.
Conforme a denúncia do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), réu e vítima mantinham um relacionamento amoroso conturbado, com idas e vindas, e, mesmo após o término, o acusado continuava frequentando a residência de Paulina. No dia do crime, ocorrido em junho de 2025, Francisco Edivan foi novamente até a casa da ex-companheira e a encontrou conversando com outro homem, situação que o desagradou. Ele ordenou que o rapaz deixasse o local, o que deu início a uma discussão com a vítima.
Em seguida, de forma súbita e inesperada, o acusado desferiu um golpe de arma branca na vítima, utilizando uma faca com lâmina de aproximadamente 30 centímetros, causando lesão gravíssima na região abdominal. Paulina chegou a ser socorrida por um vizinho e levada ao pronto-socorro do município, sendo posteriormente transferida para o Hospital Regional de Sinop. Apesar do atendimento médico, ela não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu quatro dias após o ataque.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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