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MPMT conclui 1ª etapa do dimensionamento da força de trabalho

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Uma live com a participação de mais de 100 membros do Ministério Público do Estado de Mato Grosso marcou nesta terça-feira (18) a finalização da primeira etapa do Projeto de Dimensionamento da Força de Trabalho na instituição. Nesta primeira fase, o estudo contemplou a área finalística. A próxima etapa, que já está em andamento, abrange a área administrativa e os órgãos auxiliares.

“A partir de agora, a tomada de decisão sobre a criação de novas promotorias de Justiça, por exemplo, ocorrerá de forma técnica e fundamentada. Instituímos o Comitê Executivo da Força de Trabalho que fará o monitoramento e atualização desta importante ferramenta de gestão”, destacou o procurador-geral de Justiça, José Antônio Borges Pereira.

Ele ressaltou que o trabalho de construção da nova ferramenta foi coletivo e representa o “amadurecimento da instituição, que está focada em um planejamento que tem consequências na atividade finalística e na sustentabilidade do Ministério Público do Estado de Mato Grosso”.

A subprocuradora-geral de Justiça de Planejamento e Gestão, Hellen Uliam Kuriki, enfatizou que para cumprir sua missão constitucional na defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis, e atender aos seus objetivos estratégicos, o MPMT vem se estruturando e se modernizando ao longo dos anos.

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“Inegável que o principal pilar que impulsiona a efetividade do Ministério Público em busca de resultados socialmente relevantes é formado pelas pessoas. Atualmente a instituição conta com mais de 2.100 integrantes, entre procuradores, promotores, servidores, estagiários e terceirizados, fixados em todas as comarcas do nosso estado de dimensões continentais”, enfatizou.

Acrescentou que a adoção de métodos para o diagnóstico e o dimensionamento da força de trabalho se torna imprescindível para o avanço da missão constitucional, retratada nos macro-objetivos definidos no Planejamento Estratégico Institucional.

Fonte: MP MT

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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes

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O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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